BOMBA EM RIBAMAR: VÍDEO EXPÔS A SOBERBA DE LUÍS FERNANDO E DESMASCARA PLANO DE TIAGO FERNANDES AO PODER!

Nas imagens que você assiste nesta matéria, o ex-prefeito Luís Fernando Silva surge sem as máscaras da propaganda eleitoral, peitando moradores que cobravam melhorias com uma postura de pura soberba.

​Ao ser confrontado sobre ter sido o grande fiador dodesastre que destruiu a cidade no passado, Luís Fernando desferiu uma verdadeira pancada no peito de cada ribamarense ao disparar o seu debochado:

“Eu pedi, e daí?”. O vídeo escancara o método do grupo: usam o povo para conquistar o poder, lavam as mãos quando a gestão afunda e partem para a próxima jogada.

Do Criador ao Achincalhe: O Episódio “Gil Cupim”

​A hipocrisia atinge o ápice no próprio vídeo. O mesmo Luís Fernando que foi o fiador, o criador e o padrinho político de Gil Cutrim, hoje não hesita em achincalhar publicamente a sua própria cria.Sem nenhum pudor, ele chama Cutrim de “Gil Cupim”, acusando-o de ter corroído até as entranhas de São José de Ribamar.

​O que Luís Fernando finge esquecer é que esse “cupim” não surgiu do nada: foi alimentado, colocado no poder e bancado por ele. Atacar o ex-afilhado é a estratégia covarde de quem tenta se esquivar da responsabilidade por ter entregue as chaves do município para a destruição.

Tiago Fernandes: A Nova Aposta do Mesmo Esquema:

​Com a página de Gil Cutrim descartada após o estrago feito, o plano da vez é empurrar Tiago Fernandes para a linha de frente.Mas o currículo de Tiago na Secretaria de Saúde já acendeu o sinal vermelho: sua passagem foi marcada por paralisações, desabastecimento de remédios e o desespero de famílias abandonadas nas portas dos postos.

Tiago Fernandes não representa o novo; representa a continuidade da tutela de Luís Fernando. A manobra é rigorosamente a mesma: fabricar um afilhado nas sombras, colocá-lo na cadeira e, quando os problemas estourarem, o “padrinho” reaparece para debochar da população, chamar mais um afilhado de incompetente e repetir a frase do vídeo: “Eu pedi, e daí?”.

Diretor-Geral da ANEEL visita Equatorial na reta final das inscrições da ONEE

Encontro celebra a mobilização alcançada pela Olimpíada em 2026 e reforça chamado para escolas participarem até 15 de setembro

Na última sexta-feira (11), o Diretor-Geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), Sandoval Feitosa, visita a Equatorial, empresa proponente da Olimpíada Nacional de Eficiência Energética (ONEE) 2026. O encontro ocorre em um momento de celebração pela mobilização alcançada nesta edição da competição e marca a reta final das inscrições, que seguem abertas até esta terça-feira, 15 de setembro.

Durante a visita à sede da Equatorial Maranhão, Sandoval Feitosa conheceu iniciativas e resultados apresentados pela Distribuidora em diferentes frentes. A programação incluiu um panorama da ONEE 2026 e das ações desenvolvidas no Maranhão, além da apresentação de indicadores relacionados à experiência do cliente e à Tarifa Social de Energia Elétrica. O Diretor-Geral da ANEEL também visitou a Nave da Aprendizagem, espaço educativo da Equatorial voltado à disseminação de conhecimentos sobre energia elétrica.

Para Sandoval Feitosa, Diretor-Geral da ANEEL, a visita também foi uma oportunidade de acompanhar de perto a mobilização em torno da ONEE 2026 e reforçar o convite para que mais escolas e estudantes participem da iniciativa. “É muito satisfatório ver os números alcançados até agora. Temos a confiança de que vamos melhorar cada vez mais o uso da energia elétrica e a sustentabilidade quando educamos os jovens, que são os consumidores e cidadãos do amanhã. E o mais importante é que ainda não encerramos o prazo para inscrição. Professores, alunos, diretores de escola e secretários estaduais, todos se juntem e façam esforços para que possamos colocar cada vez mais alunos na Olimpíada Nacional de Eficiência Energética”, destacou.

Últimos dias para participar da ONEE

A visita acontece a poucos dias do encerramento das inscrições para a 5ª edição da ONEE. Escolas públicas e privadas de todo o país têm até 15 de setembro para participar, e a expectativa é reunir mais de 650 mil estudantes em uma iniciativa que alia educação, tecnologia e sustentabilidade para estimular o consumo consciente de energia.

Realizada pela ANEEL, por meio do Programa de Eficiência Energética (PEE), e coordenada pelo Instituto Abradee, a ONEE chega à quinta edição tendo o Grupo Equatorial, representado pela Equatorial Piauí, como empresa proponente.

Em 2026, a Olimpíada ampliou o público participante e passou a incluir, pela primeira vez, estudantes do 1º e 2º anos do Ensino Médio, que se juntam aos alunos do 8º e 9º anos do Ensino Fundamental. A iniciativa envolve estudantes das redes pública e privada e também oferece formação continuada aos professores, com conteúdos alinhados à Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Por meio de desafios, provas e atividades educativas, os participantes têm contato com temas relacionados à eficiência energética, sustentabilidade e consumo consciente, aproximando esses conhecimentos da rotina escolar e do dia a dia dos estudantes.

Professores também são reconhecidos

Além de incentivar o protagonismo dos estudantes, a ONEE 2026 também reconhece a participação dos professores por meio de diferentes modalidades de premiação, que incluem vouchers, viagens para Brasília e participação na BETT Brasil 2027.

Na Premiação Regular, dois professores por unidade da federação — um do Ensino Fundamental e outro do Ensino Médio — terão viagem e despesas custeadas para participar da Semana Olímpica e da Cerimônia Nacional de Premiação, em Brasília.
Já a Premiação Extra Nacional reconhecerá professores das três escolas com melhor desempenho no ranking nacional, com vouchers de R$ 15 mil, R$ 10 mil e R$ 7,5 mil. Na Premiação Extra Regional, outros 100 educadores, sendo 20 por região do país, poderão receber vouchers de até R$ 2 mil.

A edição também conta com a Premiação Extra Pedagógica, que levará seis professores que acompanharem os estudantes vencedores da etapa final para participar da BETT Brasil 2027, evento de inovação e tecnologia voltado à educação.

As inscrições são gratuitas e seguem abertas até 15 de setembro. A participação contempla estudantes do 8º e 9º anos do Ensino Fundamental e do 1º e 2º anos do Ensino Médio, de escolas públicas e privadas.

Greve dos Correios continua sem previsão de terminar; entenda a situação das entregas

Paralisação segue por tempo indeterminado, enquanto decisão do TST exige a manutenção de 80% do efetivo

Correios
Correios Crédito: Fernando Frazão/Agência Brasil

Quem aguarda uma encomenda dos Correios ainda não sabe se a greve dos funcionários provocará atrasos. A paralisação continua nesta segunda-feira (14), sem prazo para terminar, e já recebeu a adesão de sindicatos de várias regiões do país.

As agências permanecem abertas, e uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) obriga a estatal a manter 80% dos trabalhadores em atividade em cada unidade. Os Correios, no entanto, não informaram se os prazos de entrega serão ampliados nem quais localidades podem ser mais afetadas.

A greve começou na sexta-feira (11), depois que os funcionários rejeitaram, em assembleias, a proposta apresentada pela empresa para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2026/2028. As negociações envolvem a preservação de direitos, as condições oferecidas pela estatal e, principalmente, o plano de saúde destinado a empregados, aposentados e dependentes.

De acordo com a Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (FINDECT), a possibilidade de mudanças no benefício tornou-se um dos principais pontos de divergência entre as partes.

“A decisão das assembleias ocorre depois de sucessivas rodadas de negociação e tentativas de mediação no Tribunal Superior do Trabalho (TST). A categoria buscou uma solução negociada, mas a empresa manteve sua posição em um tema considerado fundamental pelos trabalhadores”, afirmou a federação.

Como ficam as entregas durante a greve?

Os Correios acionaram um plano emergencial para tentar evitar a interrupção dos serviços. Entre as medidas anunciadas estão o remanejamento de veículos, a convocação de funcionários administrativos para auxiliar na operação e a realização de mutirões para manter o fluxo de encomendas.

A estatal assegura que a rede de agências continua funcionando, mas não apresentou uma estimativa sobre possíveis atrasos. Na prática, o impacto poderá variar conforme o nível de adesão dos trabalhadores em cada região.

Clientes que precisarem consultar situações específicas podem entrar em contato pelos números 4003-8210 e 0800-881-8210 ou recorrer aos canais digitais dos Correios.

TST determina efetivo mínimo de 80%

Sem acordo na mediação, os Correios levaram o impasse ao TST na própria sexta-feira. No dia seguinte, uma decisão liminar estabeleceu que 80% dos funcionários de cada unidade ou estabelecimento devem continuar trabalhando durante a paralisação.

A exigência vale para os setores de atendimento, tratamento de correspondências e encomendas, transporte, distribuição e para as áreas administrativas ou de suporte necessárias ao funcionamento da operação postal.

O dissídio coletivo será julgado em 21 de setembro, às 13h30, pela Seção Especializada em Dissídios Coletivos. Até lá, empresa e trabalhadores ainda podem alcançar um entendimento e evitar que o tribunal defina os termos do acordo.

A FINDECT orientou os sindicatos filiados a manter a mobilização enquanto não houver uma nova proposta. A entidade afirma que permanece aberta às negociações, desde que o resultado possa ser apresentado aos trabalhadores em assembleia.

Paralisação tem adesão em diferentes estados

A greve foi aprovada por entidades sindicais de Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Tocantins.

Também aderiram sindicatos de bases regionais como Bauru, Campinas, Juiz de Fora, Ribeirão Preto, Santos, São José do Rio Preto, Santa Maria, Uberaba e Vale do Paraíba. No Acre, uma assembleia estava prevista para esta segunda-feira.

Do Maranhão a R$ 1,5 bilhão: aos 29, ela assumiu a rede de óticas da família e comanda 1.000 lojas

RESUMO | Ariane Diniz assumiu a presidência das Óticas Diniz em 2019, aos 29 anos, após uma sucessão familiar planejada. A rede, fundada em 1992 no Maranhão, faturou R$ 1,5 bilhão em 2025 e projeta R$ 1,7 bilhão em 2026. O crescimento prevê até 100 novas lojas, avanço em cidades menores e expansão do e-commerce.

A sucessão é um dos principais desafios das empresas familiares. Quando a troca de comando acontece em uma operação com centenas de unidades, a transição envolve manter a cultura criada pelo fundador e, ao mesmo tempo, preparar a empresa para uma nova fase de crescimento.

Foi esse o movimento das Óticas Diniz. Filha de Arione Diniz, fundador da rede, Ariane Diniz assumiu a presidência aos 29 anos, depois de uma transição planejada pela família. Hoje, sete anos depois, ela comanda uma operação com mais de 1.000 lojas, cerca de 400 franqueados e presença em aproximadamente 450 cidades.

A preparação começou antes da mudança de liderança. Em 2014, a família contratou uma consultoria para organizar a estrutura da companhia, criar um conselho e definir os papéis entre acionistas, conselheiros e executivos.

“Uma das grandes dificuldades das empresas é dar espaço para isso, entender o momento adequado para começar a conversar e estruturar”, diz Ariane.

A executiva assumiu a presidência em 2019, quando a rede já tinha presença nacional. Agora, o desafio é ampliar a escala sem perder o modelo de atendimento construído desde a primeira loja, aberta em São Luís, no Maranhão.

As Óticas Diniz faturaram R$ 1,5 bilhão em 2025 e projetam chegar a R$ 1,7 bilhão em 2026. Para crescer cerca de 13%, a companhia pretende abrir até 100 lojas, avançar em cidades menores e aumentar a participação do comércio eletrônico.

Da primeira ótica no Maranhão à rede nacional

A história das Óticas Diniz começou em São Luís, no Maranhão. Arione Diniz trabalhava como gerente de uma ótica, enquanto sua esposa atuava na área administrativa da mesma empresa. Depois que a companhia onde os dois trabalhavam faliu, o casal decidiu abrir o próprio negócio em 1992.

O crescimento inicial aconteceu pelo Nordeste, antes de a rede avançar para outras regiões do país. O movimento ajudou a construir uma operação que hoje está presente em todos os estados brasileiros.

Os filhos acompanharam a evolução da empresa. Bruno Diniz, irmão de Ariane, começou a trabalhar com o pai ainda jovem e participou da estruturação da franqueadora entre 2006 e 2007.

Ariane entrou oficialmente na empresa em 2014, quando a família já discutia a sucessão.

“No nosso caso, foi realmente algo bem estruturado, possível para cada um entender o seu papel e o seu momento”, diz.

Quando assumiu a presidência, em 2019, ela encontrou uma empresa consolidada. O desafio passou a ser profissionalizar processos e preparar a companhia para uma nova etapa sem romper com a identidade criada pelo fundador.

Hoje, Arione e Bruno participam do conselho de administração. A mãe de Ariane, que deixou a operação, integra o conselho familiar.

O desafio de administrar uma rede com mais de 1.000 lojas

O crescimento das Óticas Diniz trouxe uma dificuldade comum entre grandes redes de franquias: manter o padrão de atendimento em unidades administradas por diferentes empresários.

Os cerca de 400 franqueados da marca possuem, em média, mais de uma loja. Alguns já operam até 30 unidades.

Para apoiar essa rede, a companhia criou em 2017 a Universidade Diniz, programa de treinamento voltado a gestão, liderança e atendimento.

“A vida do empreendedor é muito dinâmica, cheia de dúvidas. Você quer implantar algumas coisas, mas o dia a dia consome”, diz Ariane.

Os treinamentos abordam temas como formação de equipes, gestão financeira e experiência do consumidor. A ideia é reduzir diferenças entre as unidades e ajudar os franqueados a administrar uma operação cada vez maior.

A preocupação com atendimento vem desde a primeira loja. Nos anos iniciais, os fundadores ofereciam suco de caju aos consumidores. Hoje, as unidades mantêm ações de relacionamento, com itens como café, água e doces. “A gente quer fazer com que as pessoas se sintam à vontade, em casa”, afirma.

Expansão das Óticas Diniz mira cidades menores

A abertura de novas lojas continua sendo uma das principais apostas da rede. Para 2026, a companhia pretende inaugurar até 100 unidades, com foco na Grande São Paulo, Rio de Janeiro, interior de Minas Gerais e Mato Grosso.

Uma das estratégias é o formato Slim, modelo criado para atender cidades menores. A unidade mantém produtos e serviços da rede tradicional, mas ocupa espaços menores e exige investimento inicial a partir de R$ 180 mil.

O formato é voltado principalmente para municípios com 30 mil a 40 mil habitantes. A companhia avalia levar o modelo para cidades ainda menores.

Segundo Ariane, o Slim é atualmente o formato com maior procura entre os franqueados.

Os próximos passos da Óticas Diniz

Além das lojas físicas, a companhia tenta aumentar a participação do comércio eletrônico. A empresa desenvolveu uma plataforma para conectar os produtos disponíveis nas unidades ao canal digital.

O desafio está na integração da operação. Cada loja trabalha com um estoque diferente de armações, e nem todas as unidades participam atualmente do comércio eletrônico.

“Ainda tem uma representatividade baixa, mas um potencial gigantesco”, diz Ariane.

A meta é digitalizar mais lojas e ampliar canais como WhatsApp e redes sociais. Em algumas cidades, vendedores passaram a produzir conteúdo para atrair consumidores locais e fortalecer o relacionamento com clientes.

A companhia também busca aumentar as vendas das lojas existentes por meio de parcerias com empresas e benefícios relacionados à saúde visual para funcionários.

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A próxima fase da rede depende do equilíbrio entre expansão física, digitalização e aumento da produtividade das lojas atuais.

Para Ariane, o desafio da segunda geração é manter uma operação construída ao longo de mais de três décadas e adaptar a empresa ao comportamento de um consumidor mais conectado.

A estratégia combina a abertura de novas franquias de óticas, o avanço do comércio eletrônico e a busca por novas formas de relacionamento com clientes.

A rede que começou em uma única loja no Maranhão agora tenta transformar escala em crescimento sustentável, sem perder o modelo de atendimento que ajudou a construir a marca.

Quem é Ariane Diniz?

Ariane Diniz é filha de Arione Diniz, fundador das Óticas Diniz, e assumiu a presidência da rede em 2019, aos 29 anos. Sete anos depois, ela comanda uma operação com mais de 1.000 lojas em todos os estados brasileiros.

Como foi organizada a sucessão nas Óticas Diniz?

A sucessão nas Óticas Diniz foi planejada pela família antes da troca de comando. Em 2014, uma consultoria foi contratada para organizar a companhia, criar um conselho e definir os papéis de acionistas, conselheiros e executivos.

Como surgiram as Óticas Diniz?

As Óticas Diniz foram fundadas em 1992, em São Luís, no Maranhão, por Arione Diniz e sua esposa. O casal abriu o negócio depois que a ótica onde ambos trabalhavam faliu.

Quanto faturam as Óticas Diniz?

As Óticas Diniz faturaram R$ 1,5 bilhão em 2025 e projetam alcançar R$ 1,7 bilhão em 2026. Para crescer cerca de 13%, a rede pretende inaugurar até 100 unidades e ampliar as vendas físicas e digitais.

Quanto custa abrir uma franquia Slim das Óticas Diniz?

O investimento inicial para abrir uma unidade Slim das Óticas Diniz parte de R$ 180 mil. O modelo ocupa espaços menores, mantém os produtos e serviços da loja tradicional e atende principalmente municípios com 30 mil a 40 mil habitantes.

Qual é a estratégia digital das Óticas Diniz?

A estratégia digital das Óticas Diniz consiste em integrar mais unidades ao e-commerce e ampliar o atendimento por WhatsApp e redes sociais. O comércio eletrônico ainda tem baixa representatividade, mas possui “potencial gigantesco”, segundo Ariane Diniz.

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DNIT inicia obras de demolição e reconstrução da Ponte do Estreito dos Mosquitos na BR-135

Iniciam, na manhã de hoje, quinta-feira (10), as obras para a reconstrução do lado esquerdo da Ponte Marcelino Machado, mais conhecida como Ponte do Estreito dos Mosquitos, na BR-135. As inspeções identificaram, na infraestrutura dessa parte da ponte, deslocamento do bloco de concreto, corrosão da camisa metálica, fissuração elevada, intensa exposição e oxidação de armaduras e perda de rigidez estrutural.

A situação exige a demolição e construção de uma nova travessia, em um processo de demolição controlada que será realizado de forma gradual ao longo dos próximos meses, para não afetar a estrutura que permanece em funcionamento. O valor do contrato é de R$ 176,7 milhões.

Manutenção viária

Enquanto a nova estrutura não é construída, o lado direito da ponte permanece em operação. O DNIT executou melhorias na estrutura e recuperou as juntas de dilatação, serviços que melhoraram as condições de circulação no local.

A ponte não apresenta anormalidades e segue sendo monitorada 24 horas por dia pelo DNIT. A estrutura está em pleno funcionamento e não haverá Pare e Siga na região durante a execução dos serviços.

Nova ponte

O projeto da nova ponte será iniciado pela empresa contratada, e a construção da nova estrutura começa em 10 de setembro com entrega prevista para 2027. A execução ficará a cargo do Consórcio Ponte Estreito Maranhão, formado pelas empresas Construtora A. Gaspar S/A e Arteleste Construções Ltda.

A contratação ocorre de forma integrada, no âmbito do Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC). O contrato reúne as etapas necessárias para substituir a estrutura interditada, desde a elaboração dos estudos e projetos até a construção da nova ponte.

Histórico

A Ponte Marcelino Machado, sobre o Estreito dos Mosquitos, na BR-135/MA, se refere a duas estruturas paralelas no mesmo ponto: a do sentido de entrada em São Luís, com 459 metros, e a do sentido de saída, com 465 metros.

A do sentido de entrada, que será demolida, é a estrutura original, construída em 1960. A do sentido de saída é posterior, construída na ampliação do acesso à ilha.

A ponte de 1960 foi projetada para o trem-tipo Classe 24 – ou seja, para um veículo-tipo de 24 toneladas. O padrão normativo hoje aplicado a pontes novas é o de 45 toneladas. Ou seja: a estrutura cumpriu sua vida útil de projeto sob um padrão de carga que o transporte rodoviário brasileiro já superou.

Pela travessia do Estreito dos Mosquitos e Coqueiros passa todo o abastecimento da capital e o acesso rodoviário ao complexo portuário de São Luís.

Abono do FUNDEF/FUNDEB: seu Imposto de Renda pode ter sido descontado indevidamente

O STJ vai decidir se o desconto do Imposto de Renda sobre o abono do FUNDEF/FUNDEB foi indevido. O Sind-REDE/BH está organizando a ação e quer saber da sua situação.

O que aconteceu?

Quem trabalha na educação básica lembra do abono pago com os valores do precatório do FUNDEF/FUNDEB.

Só que, na hora do pagamento, veio o desconto do Imposto de Renda. E é justamente aí que está o problema.

Por que o desconto pode ser indevido?

O Imposto de Renda existe para incidir sobre aquilo que aumenta o seu patrimônio: salário, gratificação, ganho novo.

Mas o abono do FUNDEF/FUNDEB não é ganho novo. Ele é reposição — é a devolução de um dinheiro que já era da categoria e que não chegou na hora certa. Em outras palavras: não é lucro, é acerto de contas.

E a lei diz isso com todas as letras. A Lei nº 14.325/2022 afirma expressamente que esse abono tem caráter indenizatório. E sobre verba indenizatória não se cobra Imposto de Renda.

O que o STJ vai julgar?

O Superior Tribunal de Justiça (STJ), que é o tribunal responsável por dar a palavra final sobre a interpretação das leis federais, decidiu enfrentar exatamente essa questão.

O caso foi cadastrado como Tema 1.446, e a pergunta que o tribunal vai responder é simples:

“Pode ou não pode cobrar Imposto de Renda sobre o abono do rateio do precatório do FUNDEF/FUNDEB pago aos profissionais do magistério da educação básica?”

Como se trata de um processo repetitivo, a decisão do STJ vai valer para todo o país. Ou seja: o que for decidido lá servirá para todos os casos iguais.

Importante: sua ação será protocolada, mas vai aguardar o julgamento

Este ponto precisa ficar bem claro, para ninguém criar expectativa errada.

Quando o STJ escolhe julgar um tema repetitivo, os processos sobre aquele mesmo assunto ficam parados até a decisão sair. Isso é normal e está previsto na lei.

Então, o que vai acontecer com o seu caso:

  1. O Sind-REDE/BH protocola a ação normalmente na Justiça;
  2. O processo é distribuído e recebe um número;
  3. Ele fica suspenso, aguardando o STJ decidir o Tema 1.446;
  4. Saindo a decisão, os processos voltam a andar — e, se a tese for favorável, você terá o seu direito reconhecido.

Por que entrar agora, se vai ficar parado? Por um motivo muito simples e muito importante: existe prazo. A lei dá prazo que inicia a contagem do desconto, para pedir o dinheiro de volta. Esse prazo continua correndo e não para por causa do julgamento do STJ. Quem deixa para depois pode simplesmente perder o direito — mesmo que o STJ decida a favor da categoria.

Entrar agora é garantir o seu lugar. Esperar é arriscar ficar de fora.

Quem pode participar?

Profissionais do magistério da educação básica que:

  • receberam o abono do rateio do precatório do FUNDEF/FUNDEB; e
  • tiveram o Imposto de Renda descontado sobre esse valor.

Ficou em dúvida se o seu caso se encaixa? Não decida sozinho. Procure o Departamento Jurídico e faça a verificação. O atendimento é gratuito e o acompanhamento da ação é gratuito para todos os filiados.

O que separar?

Se você já quer dar entrada, separe:

  • Identidade e CPF;
  • Comprovante de endereço atualizado;
  • Ficha funcional;
  • Documento com a sua classificação/cargo;
  • Três últimos contracheques;
  • Contracheque do mês em que recebeu o abono;
  • Fichas financeiras a partir do ano de 2022 em que o abono foi pago até hoje;
  • Informe de rendimentos (aquele documento anual que mostra quanto foi descontado de IR);
  • Declaração do Imposto de Renda e o recibo de entrega do ano correspondente.

Se faltar algum documento, procure o jurídico do mesmo jeito. A gente orienta como conseguir.

Fale com o Departamento Jurídico do Sind-REDE/BH

Thiago Fernandes e o colapso de 2018: A prova documental que desmascara a propaganda em Ribamar e escancara incompetência.

​A 24 dias da eleição, o debate político em São José de Ribamar ganha contornos decisivos.

De um lado, o candidato Thiago Fernandes tenta sustentar um discurso de eficiência na gestão pública; do outro, a oposição aponta o que classifica como incapacidade administrativa e inoperância, resgatando documentos e registros históricos de 2018 para confrontar o circo de narrativas e ataques montado na propaganda eleitoral.

​O histórico da saúde municipal sob essa gestão expõe contradições diretas e o caos entre o discurso e a prática:

Inoperância no Atendimento: Reportagens de TV da época registraram o fechamento de portas e a interrupção do atendimento no Hospital e Maternidade de São José de Ribamar, deixando a população sem assistência básica e de urgência.



Desrespeito aos Trabalhadores: Convocatórias do Sindsaúde/MA – documentaram protestos em frente ao hospital municipal para cobrar salários atrasados, 13º e verbas rescisórias da OS Vitale Saúde, evidenciando falhas de gestão com a categoria.

Incompetência na Gestão Orçamentária: Documentos oficiais da própria Secretaria Municipal de Saúde atestaram faturas pendentes e dívidas acumuladas que superavam R$ 1,6 milhão com empresas prestadoras de serviço.

​Para a oposição, a tentativa de transferir responsabilidades e criar narrativas de palanque não apaga os registros oficiais.

A população de São José de Ribamar tem diante de si o contraste direto entre o marketing de campanha de Thiago Fernandes e os documentos que comprovam os momentos críticos enfrentados pela saúde pública.

São Luís, 414 anos: uma cidade que empreende e se transforma pela força do empreendedorismo

O Centro Histórico de São Luís, reconhecido pela Unesco como Patrimônio Cultural da Humanidade em 1997, guarda parte do acervo da colonização portuguesa.
O Centro Histórico de São Luís, reconhecido pela Unesco como Patrimônio Cultural da Humanidade em 1997, guarda parte do acervo da colonização portuguesa.
(Foto: Divulgação)

SÃO LUÍS – São Luís nasceu cercada de mar, atravessada por histórias e moldada no encontro de diferentes povos, culturas e sonhos. Mais de quatro séculos depois de fundação, a capital maranhense continua sendo uma cidade que se transforma a cada virada no calendário, mas sem perder a essência e suas tradições.

Entre casarões seculares e novos empreendimentos, entre o comércio das ruas e de centros comerciais emergentes e entre serviços que se multiplicam pelos bairros, movimentando a cidade inteira, existe uma força que ajuda a sustentar o presente – a garra de quem empreende, que dá novos tons ao futuro que se desenha para a Capital dos Azulejos.

No aniversário de São Luís, celebrado neste dia 8 de setembro, números ajudam a dimensionar essa potência. Levantamento do Sebrae, com dados de 4 de setembro de 2026, aponta 103.711 pequenos negócios formais e ativos em São Luís. São 46.513 Microempreendedores Individuais (MEIs), 49.048 microempresas e 8.048 empresas de pequeno porte. Esse universo corresponde a 32,51% do total de negócios formais e ativos registrados no Maranhão.

Mais do que números, são portas que se abrem todos os dias, serviços que chegam à população, produtos que circulam, empregos e oportunidades que nascem, crescem e se consolidam. Mas também são histórias de gente acostumada a lutar, que aprendeu a transformar uma ideia em negócio e um negócio em projeto de vida.

É uma economia que tem muitos rostos e ocupa muitos lugares da cidade. Com uma população estimada em 1,9 milhão de pessoas, São Luís tem os pequenos negócios como presença relevante praticamente em todos os territórios, com uma ampla diversidade de atividades. O setor de Serviços lidera com 58.077 empresas formais e ativas; em seguida vem o Comércio, com 32.685; depois aparece a Construção civil, reunindo 5.976 negócios; a indústria, com 6.766; e agropecuária, com 207.

Há 54 anos, o Sebrae caminha ao lado desses empreendedores, apoiando o  desenvolvimento econômico da capital. Para Celso Gonçalo, presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae no Maranhão, essa parceria representa uma forma de acreditar no potencial transformador dos negócios que formam a base da economia. “O melhor presente para a nossa capital é celebrarmos a sua gente que empreende, e a cidade construída — todos os dias — por quem acredita que ainda há muito por fazer, criar e transformar. Viva São Luís nos seus 414 anos!”, celebra o executivo.

São Luís: pelas esquinas e vidas, uma cidade de muitos negócios

A diversidade também aparece quando se observa os segmentos que concentram pequenos mais negócios na capital. Saúde e bem-estar estão no topo, com 14.874 empresas, seguidos por Casa e Construção, com 10.940; Logística e Transporte, com 8.815; Serviços de Alimentação, com 7.817; e Moda e Confecção, com 7.784. Juntos, os cinco segmentos somam 50.230 empresas, representando quase metade de todos os pequenos negócios ativos de São Luís.

Na cidade com vocação empreendedora, os segmentos com maior número de pequenos negócios são a educação, serviços de tecnologia, turismo, eventos, cultura, entretenimento, marketing, serviços especializados no ramo da saúde, agroindústria e tantos outros setores, que fazem parte de um traçado econômico que se transforma conforme mudam os hábitos, os tempos, os desejos e as necessidades de quem vive na capital.

Oportunidades que se espalham para além do Rio Anil

Essa economia também tem endereço — ou melhor, muitos endereços. Os 20 bairros com maior concentração de pequenos negócios reúnem 46.682 empresas, cerca de 45% da base. Renascença, Turu, Centro, Calhau e Cidade Operária aparecem entre os primeiros colocados. Mas o dado que mais chama atenção talvez esteja justamente fora desse ranking: 55% dos pequenos negócios estão distribuídos pelos demais bairros da capital, revelando uma atividade empresarial que com bastante capilaridade, espalhada pelo território, fazendo parte de modo ativo da vida cotidiana das diferentes comunidades.

São Luís: desafios para empreender em uma cidade de oportunidades

Por trás dos números, uma decisão unifica as histórias de quem empreende na Atenas Brasileira, a capital brasileira do Reggae. Abrir as portas e dar os primeiros passos. Desta decisão, derivam muitas outras: contratar mais pessoas, investir, mudar de endereço, lançar um produto, apostar em um novo nicho, se reinventar e até recomeçar, se for preciso. E, algumas delas encontram no Sebrae uma parceria que já dura 54 anos, servindo de impulso em cada etapa da desafiadora jornada do empreendedor.

São diferentes olhares para uma mesma cidade. E talvez esteja justamente aí uma das maiores riquezas de São Luís: a capacidade de abrigar diferentes formas de empreender, produzir, criar e prosperar, que se revelam na caminhada de muitos empreendedores que têm o Sebrae entrelaçado às suas trajetórias.

Para quem empreende, entretanto, transformar o potencial da cidade em um negócio sustentável exige preparo. É o que observa Dallin Reis, para quem “crescer exige muito mais do que uma boa ideia ou capacidade de vender”, diz ela. Gestão, processos, formação de equipes e profissionalização são, na opinião da empreendedora, elementos fundamentais para que o negócio avance. Em São Luís, avalia, “ainda há desafios relacionados à qualificação da mão de obra, à gestão e à conexão entre empresas e o mercado. O que não muda é a vontade que nos faz seguir em frente”, completa Dallin Reis.

Para quem está começando, o desafio também passa pela capacidade de tomar decisões em um ambiente cada vez mais complexo. Dono de uma trajetória respeitável, o jornalista Adalberto Melo vivencia os primeiros passos como empreendedor e destaca a importância de ter informação e orientação para escolher os melhores caminhos. Para ele, “o apoio do Sebrae aumenta as chances de acertar e reduz os riscos de quem está dando os primeiros passos. É fundamental começar certo, apoiado por quem sabe!, completa ele.

Já Ekles Aguiar chama atenção para um cenário em que o menor poder de compra do consumidor e as exigências do mercado aumentam a pressão sobre os negócios. Segundo ele, “quando a competição se concentra excessivamente em preço, as margens se reduzem e pode haver impacto também na qualidade dos produtos e serviços oferecidos”. “O empreendedor precisa estar atento ao cenário externo, a questão tributária pesa muito, mas também é necessário preocupar-se com o ambiente interno da empresa e com a inovação, justamente para se diferenciar”, reflete ele.

Crédito e orientação

Outro desafio apontado pelos empreendedores é o acesso ao crédito, normalmente tido como um obstáculo para quem quer ter um negócio. Para o presidente da Agência Municipal de Desenvolvimento Econômico e Social (AMDES), Felipe Mussalém, é preciso uma política permanente de acesso ao crédito, mas não basta disponibilizar recursos. “É necessário preparar o empreendedor para utilizá-los de maneira consciente e estratégica”, avalia ele, que destaca ainda o trabalho do Sebrae e o suporte das Salas do Empreendedor como espaços de orientação aos pequenos negócios de São Luís. “As Salas do Empreendedor têm tido um papel decisivo nessa rede de parcerias formada pelo Sebrae, que asseguram o melhor suporte ao empreendedor em sua jornada”, destaca.

Muito além do crédito, a gestão e os controles são fundamentais para quem empreende. Principalmente para o pequeno. Paulo Gustavo considera que, sem ajuda de parceiros como o Sebrae e de políticas de apoio ao empreendedor, a sobrevivência é difícil. “Sem contar com a ajuda de instituições como o Sebrae, sem alternativas para chegar ao mercado, o empreendedor corre o risco de não sobreviver aos desafios, que são muitos”, destaca ele.

São Luís: uma cidade que olha para o futuro

São Luís carrega no patrimônio histórico a marca de uma cidade singular. Fundada por franceses em 1612, é a única capital brasileira com esse diferencial. Seu Centro Histórico, reconhecido pela Unesco como Patrimônio Cultural da Humanidade em 1997, guarda parte do acervo da colonização portuguesa. Mas a cidade não vive apenas de memória.

Sua posição estratégica, o Complexo Portuário do Itaqui, a atividade industrial, os serviços, o comércio, o turismo e a economia criativa ajudam a formar um tecido econômico dinâmico, com relevância na economia estadual.

É nesse cenário que o empreendedorismo ganha uma dimensão ainda maior. Cada pequeno negócio ajuda a movimentar uma engrenagem que ultrapassa fronteiras. Quando uma pequena empresa abre e cresce, novos postos de trabalho vão surgindo. Quando um artesão transforma seus saberes em produtos, a cultura se fortalece e o mercado ganha produtos com identidade, assim como quando uma startup cria uma solução, a cidade se conecta ao futuro.

É por isso que na São Luís de hoje, uma parte importante da história continua sendo escrita agora — nas mãos de quem empreende, por entre pontes e avenidas, horizontes e oportunidades.

A cidade que se desenha no contorno desses horizontes não é feita somente por prédios, ruas, praças e monumentos. É feita por gente, que acorda cedo, abre suas lojas, gente que atende o cliente, cria e inventa, constrói, produz e vende, entrega e, muitas vezes recomeça, para inventar caminhos.

“Parceiro do desenvolvimento de São Luís e dos pequenos negócios, o Sebrae celebra a data, reforçando a crença nesses novos horizontes e na força do empreendedor ludovicense”, conclui o presidente do CDE Sebrae, Celso Gonçalo.

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Canal exclusivo no WhatsApp informa usuários sobre travessia São Luís – Cujupe

O Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado de Governo (Segov), criou um canal exclusivo no WhatsApp para ampliar a comunicação com os usuários do sistema de transporte aquaviário na travessia São Luís – Alcântara. A iniciativa tem como objetivo facilitar o acesso a informações atualizadas e contribuir para uma maior organização do fluxo de passageiros e veículos, especialmente durante períodos de maior movimento, como feriados prolongados.

Por meio do canal Travessias Ferryboats, os usuários poderão acompanhar, em tempo real, informações oficiais sobre as condições da travessia, incluindo a quantidade de veículos aguardando embarque e o tempo estimado de espera nas rampas.

As informações serão disponibilizadas de acordo com os principais pontos de embarque: Ponta da Espera, em São Luís, e Porto do Cujupe, em Alcântara. Os dados contemplam diferentes categorias de veículos, incluindo carros de passeio, veículos de grande porte, motocicletas, além das filas prioritárias e de ambulâncias.

A ferramenta também permitirá que os usuários acompanhem as atualizações sobre o funcionamento do sistema, possibilitando um melhor planejamento antes do deslocamento aos terminais.

O canal Travessias Ferryboats já está em funcionamento e é gratuito e aberto ao público. Para acompanhar as informações oficiais, basta acessar o canal pelo WhatsApp:

Viagens Extras

Somente no sábado (5), o sistema já disponibilizou três viagens extras para atender à demanda de passageiros. Os horários adicionais foram realizados às 22h35 do dia 4, e às 0h30 e 1h30 da madrugada do dia 5.

As viagens extras são realizadas após as janelas de operação, no período compreendido entre 20h e 3h, quando são iniciadas as viagens programadas. A operação adicional ocorre fora das janelas previamente estabelecidas em razão das obras de conclusão das segundas rampas, nos lados Norte e Sul, que ainda estão em andamento.

A programação das viagens também leva em consideração as condições de maré, fator que interfere diretamente na operação do sistema de transporte aquaviário.

Atrasos

A Segov informa que, em razão da restrição de circulação de veículos na Ponte do Estreito dos Mosquitos, cuja obra de reconstrução tem início previsto para o dia 10 de setembro, foi registrado aumento na demanda pelo transporte aquaviário entre os terminais da Ponta da Espera, em São Luís, e do Cujupe, em Alcântara.

A Secretaria reforça que a programação das viagens já foi normalizada e que a Operação Semana da Pátria 2026 prevê a realização de viagens extras, de acordo com a demanda registrada nos terminais.

A Segov segue acompanhando a operação junto às empresas responsáveis pelo serviço, realizando os ajustes necessários na programação conforme a demanda e trabalhando para garantir a continuidade e a regularidade do transporte aos usuários.

Motociata reúne centenas e demonstra força do grupo político de Carrinho Cidreira em Viana

Mobilização percorreu ruas do município e marcou a recepção a Orleans Brandão e Weverton Rocha

Viana foi palco, nesta quarta-feira (9), de uma grande mobilização política e popular. Centenas de motociclistas participaram de uma motociata organizada para recepcionar Orleans Brandão e Weverton Rocha, em um ato que também evidenciou a capacidade de articulação e mobilização do grupo liderado pelo prefeito Carrinho Cidreira.

A concentração teve início na Avenida Luís de Almeida Couto. De lá, os participantes seguiram em direção à Barra do Sol, percorrendo importantes vias do município até a chegada ao Restaurante Popular, na Avenida Prefeito Walber Duailibe, região central da cidade.

Durante o percurso, bandeiras e manifestações de apoio tomaram conta das ruas. Orleans Brandão participou da motociata em carro aberto, ao lado do prefeito Carrinho Cidreira, acompanhando de perto a mobilização dos apoiadores.

A movimentação transformou as principais avenidas de Viana em um grande corredor de motos e bandeiras, reunindo moradores, lideranças políticas e apoiadores. A participação popular foi destacada pelas lideranças presentes como demonstração de força e união em torno do grupo político.

União e mobilização

No encerramento do evento, lideranças agradeceram a participação da população e ressaltaram a importância da união política para a continuidade de ações e investimentos no município.

O ato também reforçou a articulação do grupo de Carrinho Cidreira, que busca ampliar sua participação no cenário político estadual e manter uma agenda de parceria com lideranças do Maranhão.

Com centenas de motociclistas pelas ruas, a motociata foi marcada por bandeiras, buzinas e manifestações de apoio, consolidando-se como um dos principais atos de mobilização política realizados recentemente em Viana.

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