A Universidade Federal do Maranhão (UFMA) anunciou a abertura de inscrições para o Mestrado Acadêmico em Ensino de Ciências e Matemática, com 20 vagas oferecidas pelo programa de pós-graduação. O curso é gratuito, tem duração estimada em 24 meses e as aulas ocorrem nos turnos matutino e vespertino, exigindo cumprimento de créditos disciplinares e elaboração de dissertação.

Das 20 vagas, 14 são para ampla concorrência e 6 são reservadas a ações afirmativas; o edital também prevê 4 vagas suplementares destinadas a servidores da UFMA. Os critérios de inclusão contemplam candidatos PcD, negros, indígenas, quilombolas, pessoas trans e pessoas de baixa renda.

Podem concorrer profissionais formados em áreas afins, tais como Ciências Biológicas, Ciências Naturais, Física, Matemática, Química, Pedagogia (anos iniciais do ensino fundamental) e Licenciatura em Educação do Campo com habilitação em Ciências da Natureza e Matemática. A seleção é indicada para quem busca aprofundar práticas de ensino e pesquisa aplicada à formação de professores.

O programa organiza-se em duas linhas de pesquisa: Tecnologia, Cultura e Diversidade no Ensino de Ciência e Matemática e Tecnologias Digitais e Práticas Educativas, voltadas para investigações que articulem inovações pedagógicas, diversidade cultural e uso de recursos digitais na educação.

A seleção será realizada em três etapas: análise documental; avaliação do pré-projeto de pesquisa, com nota mínima exigida de 7,0; e defesa oral do projeto por videoconferência, também com nota mínima de 7,0. A nota final será composta por 40% referentes ao projeto escrito e 60% à apresentação oral.

As inscrições devem ser efetuadas por meio do Portal SIGAA da UFMA até 24 de abril de 2026, mediante pagamento da taxa de inscrição no valor de R$ 100,00. O edital completo e detalhes sobre cronograma e documentação exigida estão disponíveis no SIGAA.

Fonte: https://ovianensenoticias.com.br

A publicação da Resolução CNE/CES nº 2/2024 voltou a colocar em discussão o reconhecimento, no Brasil, de mestrados e doutorados concluídos integralmente a distância em instituições estrangeiras. Embora a norma trate da revalidação de diplomas de graduação e do reconhecimento de pós-graduações stricto sensu obtidas no exterior, não há dispositivo que exclua, de forma automática, cursos realizados na modalidade on-line.

No artigo 1º, a resolução prevê que diplomas emitidos por universidades estrangeiras regularmente constituídas podem ser declarados equivalentes aos diplomas brasileiros, desde que passem pelo processo de reconhecimento em uma instituição de ensino superior do país. O parágrafo único destaca que a análise deve se basear no mérito acadêmico e nas condições do programa efetivamente cursado, levando em conta as diferenças entre os sistemas educacionais.

Na prática, a norma privilegia critérios como qualidade, legalidade e equivalência de nível e área, em vez de focar no formato de oferta — presencial, híbrido ou totalmente a distância. A intenção é que a validação considere conteúdo e exigência acadêmica, e não o local físico das atividades.

A maior controvérsia envolve o artigo 20, especialmente o inciso VII do §4º, que exige comprovante de período de estada no exterior durante a realização do curso. Essa exigência é natural em programas presenciais, mas gera dúvidas jurídicas quando aplicada a cursos 100% on-line, cuja lógica dispensa deslocamento físico.

Especialistas, como o pesquisador e PhD em Educação Dr. Gabriel Lopes, defendem que a interpretação deve respeitar o espírito da resolução e os princípios da equivalência acadêmica, evitando barreiras que inviabilizem o reconhecimento de cursos legítimos ofertados a distância. O tema segue em debate, e a comunidade acadêmica e jurídica aguarda orientações mais claras das instâncias responsáveis para uniformizar critérios e procedimentos.

Fonte: https://www.acordacidade.com.br

Um homem identificado como Domingos Macal Ferreira, conhecido como Romário, foi assassinado a tiros no final da tarde de quarta-feira (4) na estrada que dá acesso ao povoado Meia Légua, em Matinha, na Baixada Maranhense. Romário, servidor da Delegacia de Polícia Civil local, teria sido atacado enquanto retornava do trabalho.

Segundo a Polícia Militar, um transeunte comunicou que havia um possível homicídio na estrada do povoado, e a guarnição deslocou-se imediatamente. No local, os agentes encontraram a vítima caída sobre a motocicleta, sem sinais vitais. O laudo preliminar indica perfurações por disparos na lateral direita do tórax, no braço esquerdo e na face.

Perto do corpo foram recolhidos seis estojos de munição calibre 9 mm, que foram entregues à Polícia Civil para perícia. Apesar da presença de populares no local, ninguém soube informar, no momento do registro, a dinâmica do crime ou apontar possíveis autores.

Em boletim atualizado, as forças de segurança informaram que dois suspeitos já foram identificados e estão sendo procurados. O comandante da Polícia Militar de Viana, major Alexandre, afirmou que equipes, com apoio do serviço de inteligência, realizam incursões na região desde a noite da ocorrência para localizar os envolvidos.

O oficial destacou que o caso recebe prioridade: ‘Estamos com equipes em campo realizando diligências e levantamentos para localizar os suspeitos. Esse tipo de crime é considerado uma afronta ao Estado, e estamos empenhados para dar uma resposta à sociedade’. A área permaneceu isolada até a chegada da Polícia Civil, que assumiu a investigação.

As investigações seguem em andamento para esclarecer a motivação do homicídio e identificar todos os envolvidos. As autoridades pedem que qualquer informação relevante seja repassada à delegacia local ou aos canais oficiais, com garantia de sigilo para os denunciantes. O caso permanece sob responsabilidade da Polícia Civil.

Fonte: https://jailsonmendes.com.br

Na tarde de quarta-feira (04), por volta das 15h, um homem identificado como Romário foi encontrado morto com diversos disparos no povoado Meia Légua, na zona rural do município de Matinha. Moradores relataram ter ouvido os tiros e, em seguida, acionaram as autoridades locais.

Testemunhas apontam que Romário trabalhava como vigia da delegacia da cidade, informação que está sendo confirmada pela investigação. Imediatamente após o crime, equipes policiais foram deslocadas ao local para realizar perícia e iniciar a coleta de depoimentos.

O episódio gerou comoção entre os moradores da comunidade. Nas redes sociais, amigos e conhecidos deixaram mensagens de pesar e lembranças, demonstrando revolta e tristeza pela perda. Comentários ressaltaram o impacto do crime para a população local e pediram justiça.

A Polícia Civil e a segurança local conduzem as diligências iniciais, que incluem oitivas de testemunhas e busca por imagens e evidências que possam indicar motivação e autoria. As autoridades reforçam o pedido para que quem tiver informações relevantes entre em contato com os canais oficiais, garantindo sigilo e proteção de informantes.

Enquanto as investigações prosseguem, a comunidade de Meia Légua aguarda esclarecimentos sobre o crime e a identificação dos responsáveis. Autoridades prometem atualização conforme os trabalhos avançarem.

Fonte: https://www.instagram.com/trendnews_oficial/p/DVegaWCiGud/

A passagem frequentemente citada de Charles Darwin, datada de 3 de julho de 1832, tende a causar estranhamento quando lida isoladamente. No entanto, a observação faz parte de um conjunto de impressões anotadas pelo naturalista durante sua estada no Brasil e precisa ser entendida à luz do choque que ele viveu ao testemunhar o sistema escravocrata local.

Darwin permaneceu cerca de quatro meses no Brasil durante a viagem do navio HMS Beagle, que aportou em Salvador em 28 de fevereiro de 1832 e também visitou Fernando de Noronha, Recife e o Rio de Janeiro. A experiência o marcou tanto pela exuberância da natureza quanto pela violência social observada nas cidades e no campo.

Nos relatos científicos da expedição, o naturalista exaltou a flora e a fauna brasileiras: “Delícia é um termo insuficiente para exprimir os sentimentos de um naturalista pela primeira vez em uma floresta brasileira”. Durante a jornada, catalogou milhares de espécimes — entre fósseis, plantas e animais — que enviou periodicamente a seus correspondentes em Londres.

Por outro lado, seus escritos privados revelam angústia diante da escravidão. Ao deixar o país, Darwin registrou “Espero nunca mais visitar um país de escravos” e confessou que seu “sangue fervia” ao notar a contradição entre os ideais de liberdade proclamados por Inglaterra e Estados Unidos e a realidade do cativeiro.

O naturalista descreveu ter presenciado punições frequentes e cruéis contra pessoas escravizadas. Em Pernambuco, relatou ter ouvido gritos que identificou como os de alguém sendo torturado e afirmou sentir-se “impotente como uma criança”, lembrança que o acompanhou por muitos anos.

É nesse contexto que surge a frase polêmica: “Os brasileiros, até onde vai minha capacidade de julgamento, possuem somente uma pequena quantia daquelas qualidades que dão dignidade à humanidade”. No trecho, Darwin aponta o que via como ignorância, covardia e indolência, embora também reconheça aspectos positivos como hospitalidade e bom humor.

Pesquisadores e historiadores alertam que a crítica de Darwin não se dirige à população em bloco, mas concentra-se nas elites escravocratas e na estrutura social que naturalizava a violência contra pessoas negras. Seu olhar foi influenciado por valores abolicionistas e pela sensibilidade moral cultivada em seu ambiente familiar.

Além do choque moral, a vivência no Brasil contribuiu para a formação intelectual de Darwin. O contato direto com a questão da escravidão reforçou reflexões sobre ancestralidade comum e igualdade entre os seres humanos, ideias que mais tarde seriam incorporadas à Teoria da Evolução. Ao regressar à Inglaterra, em outubro de 1836, ele já desenvolvia considerações sobre a origem das espécies; em 1859 publicaria A Origem das Espécies, reconhecendo a importância das observações feitas durante a viagem do Beagle.

Fonte: https://diariodocomercio.com.br/mix

A Secretaria de Estado da Educação (SEDUC) publicou o Edital nº 06/2026, que institui Processo Seletivo Simplificado para a formação de cadastro de reserva e contratação temporária de profissionais para a Educação Básica e suas modalidades. A seleção contempla vagas destinadas a unidades escolares da Baixada e do Litoral Maranhense, ampliando as oportunidades para quem deseja atuar na rede estadual.

Conforme o edital, as vagas abrangem escolas em regime de tempo parcial e integral e atendem diversas modalidades, como Ensino Médio Regular, Educação do Campo, Educação Quilombola, Educação Especial, EJA, além de unidades prisionais e medidas socioeducativas. A iniciativa estende a oferta além da capital, alcançando municípios do interior e da zona costeira.

As inscrições serão realizadas exclusivamente pela internet, no site oficial da SEDUC, entre 12 e 19 de março de 2026. A seleção será feita em etapa única, mediante avaliação curricular que considerará títulos e experiência profissional. Não haverá cobrança de taxa de inscrição.

A jornada de trabalho poderá ser de 20 horas semanais, com salário-base de R$ 2.695,67, ou de 40 horas para unidades em tempo integral, com acréscimos de gratificações específicos previstos no edital. O processo seletivo terá validade de dois anos, podendo ser prorrogado por igual período, conforme a necessidade da administração pública. A homologação do resultado será publicada no Diário Oficial do Estado.

Os interessados devem consultar o edital na íntegra no portal da SEDUC para conferir requisitos, documentos exigidos, critérios de pontuação e demais orientações antes de efetivar a inscrição. É fundamental observar prazos e documentos para garantir a participação regular no certame.

Fonte: https://www.educacao.ma.gov.br

Começou na segunda-feira, 2, o Ciclo Formativo Regional do Programa Mais Grêmios, organizado pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc). A cerimônia de abertura foi realizada em Balsas, no sul do estado, reunindo estudantes, representantes de turma e gestores para um dia de capacitação, troca de experiências e fortalecimento da participação estudantil.

A iniciativa segue até 20 de março e percorrerá as 20 Unidades Regionais de Educação (UREs), alcançando todas as regiões do Maranhão. A programação prevê painéis, apresentações culturais, formações específicas para líderes de turma e membros de grêmios, além da distribuição do Guia de Fortalecimento dos Grêmios Estudantis e Liderança de Turma.

Na abertura, a secretária de Estado da Educação, Jandira Dias, ressaltou a importância de escutar os estudantes e estimular sua participação nas decisões escolares. Segundo ela, “o Programa Mais Grêmios é uma das principais ferramentas para garantir que a voz dos estudantes seja ouvida e respeitada dentro das escolas. Começar por Balsas é simbólico, pois demonstra que estamos levando formação a todos os cantos do estado, fortalecendo a democracia e a liderança entre os jovens maranhenses”.

O secretário adjunto de Gestão da Rede de Ensino e Aprendizagem, Assis Filho, também participou da abertura e destacou o caráter articulador do ciclo. “Queremos criar uma rede de lideranças estudantis que dialogue com a gestão estadual. A meta é que os estudantes se sintam parte da construção de uma escola mais acolhedora, participativa e democrática. Esta formação é o início de um processo contínuo de fortalecimento dos grêmios e líderes de turma”, afirmou Assis Filho.

Ao longo do mês, mais de 2.500 estudantes devem ser diretamente impactados pelas formações, que seguem uma programação padronizada em todas as cidades-sede. O encerramento do ciclo será em São Luís, reunindo lideranças estudantis de toda a rede estadual.

Participantes relataram ganhos de preparo e confiança. “Participar dessa formação tem sido uma oportunidade única para entendermos melhor nosso papel na escola. Com o Mais Grêmios, nos sentimos mais preparados e confiantes para fazer a diferença”, afirmou Samuel Wagner, estudante presente na abertura em Balsas.

Com ações como essa, a Seduc reafirma o compromisso com a gestão democrática e com o estímulo à participação ativa da juventude na construção de uma educação pública de qualidade.

Fonte: https://www.educacao.ma.gov.br

PS.: O Ciclo Formativo em Viana está agendado para o dia 11/03 no Cunacus Eventos.

O câncer pode surgir em praticamente qualquer parte do corpo porque a doença nasce de alterações nas próprias células. Sempre que há renovação celular existe a possibilidade de que alguma célula sofra mutações e passe a se multiplicar de forma descontrolada.

Muitas pessoas relacionam o câncer apenas a órgãos mais mencionados, como mama, próstata ou pulmão, mas tumores também podem aparecer em estruturas menos lembradas — olhos, ossos ou até o coração. A diferença está na frequência de ocorrência e nos fatores de risco a que cada tecido é exposto.

Nos nossos tecidos, a renovação celular é constante: pele, intestino, sangue e muitos outros se mantêm por meio de divisões sucessivas. A cada cópia do DNA podem ocorrer pequenos erros; em geral, mecanismos de reparo corrigem essas falhas. Quando esses sistemas falham, uma célula com mutação pode escapar do controle e iniciar o processo cancerígeno.

Em termos práticos, câncer é o crescimento anômalo de células que deixam de responder aos sinais que regulam a multiplicação. Como todos os órgãos dependem de ciclos celulares para se manterem, todos são, em tese, suscetíveis a tumores.

Alguns tecidos estão mais vulneráveis porque sofrem maior exposição a agentes agressivos ao longo da vida. Exemplos clássicos incluem:

  • Pulmões: impactados por fumaça de cigarro, poluição e agentes químicos;
  • Pele: afetada pela radiação ultravioleta do sol;
  • Fígado: órgão que metaboliza álcool, medicamentos e toxinas;
  • Intestino: em contato direto com resíduos alimentares.

Tecidos com baixa renovação celular, como músculos e coração, registram menos casos de tumores primários, mas não são totalmente imunes. Registros de neoplasias nessas áreas comprovam que a ocorrência, embora rara, é possível.

O desenvolvimento do câncer costuma seguir um padrão: exposição a um agente agressor que danifica o DNA, acumulação de mutações em genes que controlam o crescimento, falha dos mecanismos de reparo, proliferação das células alteradas e formação de um tumor que pode permanecer localizado ou invadir outras estruturas. Quando células tumorais migram pela corrente sanguínea ou linfática, surgem as metástases, que ampliam o impacto da doença.

Diversos fatores elevam o risco de câncer em múltiplos órgãos. Entre os mais relevantes estão:

  • Tabagismo: relacionado a cânceres de pulmão, boca, laringe, bexiga, pâncreas e outros;
  • Consumo excessivo de álcool: associado a doenças do fígado, esôfago e estômago;
  • Exposição prolongada ao sol: aumenta o risco de câncer de pele, lábios e olhos;
  • Dieta pobre em fibras: contribui para problemas no intestino;
  • Obesidade e sedentarismo: alteram o equilíbrio hormonal e elevam risco em mama, útero e cólon;
  • Histórico familiar: indica predisposição genética para certos tipos de câncer.

O envelhecimento também desempenha papel importante: com o tempo, aumentam as divisões celulares acumuladas e, consequentemente, as chances de mutações. Por isso a incidência de muitos tumores cresce a partir da meia-idade, embora cânceres possam ocorrer em qualquer faixa etária.

Apesar de não existir imunidade absoluta, é possível reduzir o risco global adotando hábitos saudáveis: evitar o tabaco, moderar o consumo de álcool, usar protetor solar, manter dieta rica em frutas, legumes e fibras, praticar atividade física regularmente, realizar exames de rastreamento quando indicados e procurar avaliação médica diante de sinais persistentes.

Informação adequada, diagnóstico precoce e acompanhamento profissional aumentam muito as chances de controlar a doença, independentemente da região afetada. A prevenção não garante proteção total, mas reduz significativamente a probabilidade de surgimento de tumores ao longo da vida.

Fonte: https://www.terra.com.br

O Inep colocou em operação um novo sistema digital, criado em parceria com o Instituto Federal de São Paulo (IFSP), para emitir de forma mais rápida o certificado de conclusão do ensino médio. Disponível desde 2 de março, a ferramenta atende participantes do Enem 2025 que se qualificarem para a certificação, simplificando a obtenção do documento sem necessidade de deslocamento.

Para solicitar o certificado é preciso cumprir os requisitos: ter 18 anos ou mais, obter mínimo de 450 pontos em cada área do conhecimento do Enem e alcançar pelo menos 500 pontos na redação. O documento digital serve como comprovante de conclusão da educação básica e é exigido para ingresso na universidade, concursos públicos e comprovação de escolaridade junto a empregadores.

O processo é intuitivo e guiado passo a passo. Comece acessando https://certificacaodigital.inep.gov.br e faça login com sua conta Gov.br. Em seguida, preencha e confirme os dados pessoais na tela indicada; há um campo de ‘Ajuda’ no menu lateral para esclarecer dúvidas durante o preenchimento.

Se o sistema identificar que você atende aos critérios, aparecerá a opção ‘Solicitar Certificado’. Ao confirmar a solicitação, a instituição certificadora registra o pedido e, em poucos minutos, o certificado digital fica disponível para visualização e download em PDF na seção ‘Certificado’ do portal.

De forma resumida, o fluxo de emissão é: 1) entrar com Gov.br no site de certificação; 2) preencher e confirmar seus dados; 3) solicitar o certificado quando elegível; 4) acessar a aba ‘Certificado’ e baixar o PDF. O sistema também mostra o andamento da solicitação e orientações de suporte para quem encontrar dificuldades.

A validação do documento é feita por meio de leitura do QR Code presente no certificado. Ao escanear o código, o usuário é direcionado ao endereço certificacaodigital.inep.gov.br, onde a autenticidade do certificado é verificada automaticamente.

Com a nova plataforma, etapas presenciais são eliminadas e o tempo entre a habilitação no Enem e a obtenção do comprovante de conclusão do ensino médio é significativamente reduzido, beneficiando candidatos que desejam prosseguir os estudos ou comprovar escolaridade de forma rápida e segura.

Para conferir cada etapa e acessar o sistema de certificação digital, visite: https://certificacaodigital.inep.gov.br

Fonte: https://www.gov.br/inep

Após consolidar um intercâmbio técnico com instituições chinesas, pesquisadores brasileiros têm organizado uma rede internacional dedicada à reprodução e conservação de jumentos. Projetos e capacitações devem envolver parceiros da África do Sul, Argentina, Austrália, Canadá, Espanha, Japão e Marrocos, buscando tanto a preservação genética quanto o fortalecimento de cadeias produtivas regionais.

O professor Gustavo Ferrer Carneiro, da Universidade Federal Rural de Pernambuco e membro do Conselho Diretor da International Society for Equine Reproduction (ISER), ressalta o interesse crescente em raças brasileiras, especialmente as populações nordestinas. Esse movimento atrai pesquisadores estrangeiros e amplia as possibilidades de cooperação científica e intercâmbio de estudantes.

Entre as iniciativas previstas está a possível vinda de uma pesquisadora da University of Saskatchewan (Canadá) para trabalhar com embriões de jumentos, além do diálogo com a Universidad Complutense de Madrid sobre estudos conjuntos que também envolvam raças espanholas, como Andaluz e Zamorano.

Uma linha promissora da parceria com a China é o desenvolvimento de diluentes de sêmen livres de antibióticos utilizando leite de jumenta, rico em bioativos como a lisozima, que tem propriedades bactericidas e bacteriostáticas. A aposta em alternativas naturais visa reduzir o uso de antimicrobianos, resposta necessária frente à resistência microbiana global.

“Buscar substitutos naturais aos antibióticos, como os compostos do leite de jumenta, é uma estratégia relevante para a ciência e para a sociedade”, afirma Carneiro, destacando o caráter sustentável e aplicado dessa pesquisa.

Outro projeto de destaque é a “Conexão Brasil–Argentina–Austrália”, focada no aprimoramento da técnica ICSI (injeção intracitoplasmática de espermatozoide), empregada na obtenção de híbridos como bardotos e mulas. A técnica interessa especialmente criadores da raça Pega, por suas aplicações em montaria e manejo de gado.

A ISER planeja expandir o intercâmbio por meio de cursos e eventos internacionais sobre Reprodução de Jumentos, com encontros previstos no Marrocos, na África do Sul e em países asiáticos, possivelmente China ou Japão. Essas ações visam articular pesquisa, formação e transferência de tecnologia para consolidar uma cadeia asinina sustentável e economicamente viável.

A articulação global reforça a importância de integrar pesquisa, treinamento e conservação genética para promover inovação reprodutiva e alternativas sanitárias que enfrentem desafios como a resistência antimicrobiana, além de valorizar o potencial produtivo e cultural das raças de jumentos.

Fonte: https://www.comprerural.com

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