A missão Ártemis II, que visa o retorno da NASA à Lua após mais de cinco décadas, foi adiada pela terceira vez recentemente. A cápsula Orion tinha sua decolagem programada para este domingo (8), com seus quatro astronautas a bordo, mas agora o novo cronograma prevê um lançamento para “não antes de março de 2026”. As datas potenciais para este mês eram os dias 6, 7, 8, 9 e 11; se esses dias forem ultrapassados, a missão só deverá ser realizada em abril.

É fundamental lembrar que a decolagem de uma espaçonave depende de várias condições externas, como o clima.

De acordo com a Superinteressante, o adiamento foi causado por uma falha detectada durante os testes de simulação das etapas do lançamento. O processo estava fluindo bem até a fase de reabastecimento, que envolve 2,65 milhões de litros de hidrogênio líquido super-resfriados e oxigênio, uma das etapas decisivas. Menos de cinco minutos antes do lançamento simulado, foi identificado um vazamento de hidrogênio líquido, uma falha que já havia ocorrido na missão anterior, a Ártemis I.

Outros elementos que influenciaram na decisão de adiar o lançamento foram as temperaturas baixas e os ventos intensos na Flórida, além de problemas na estrutura de comunicação e no fechamento da cápsula.

Terceiro adiamento da missão da NASA

Conforme já mencionado, não é a primeira vez que a missão enfrenta adiamentos. Segundo a Superinteressante, a data de lançamento original estava marcada para novembro de 2024. Por questões de segurança e complicações relacionadas ao escudo térmico da nave, a data foi transferida para setembro do ano passado, depois para abril deste ano, e adiantada novamente para fevereiro, culminando neste novo adiamento.

Na próxima sexta-feira, dia 6 de fevereiro, o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) realizará a solenidade de posse de 25 juízes e juízas substitutos/as, que foram aprovados/as no concurso público para a magistratura estadual, conforme o edital de 2022. Os interessados poderão assistir ao evento ao vivo através do canal no Youtube do TJMA.

A cerimônia de posse está marcada para às 17h30, na Sala das Sessões Plenárias, situada na sede do Tribunal, que fica na Praça Dom Pedro II, em São Luís.

CONVOCAÇÃO E FORMAÇÃO INICIAL

A convocação para a audiência pública, que definirá a comarca de lotação dos novos Juízes Substitutos e Juízas Substitutas, será feita por meio de um edital específico, seguindo rigorosamente a ordem de classificação do concurso.

A partir do dia 9 de fevereiro, os magistrados e magistradas empossados/as ingressarão no Curso de Formação Inicial para Juiz Substituto, com carga horária total de 480 horas-aula. Essa formação será organizada pela Escola Superior da Magistratura do Maranhão (Esmam), em conformidade com a Resolução Enfam nº 2, de 8 de junho de 2016.

MAGISTRATURA

Com a cerimônia de posse, o concurso público para a magistratura estadual, referente ao edital EDT-GP nº 11/2022, passa a somar ao todo 79 candidatos e candidatas convocados/as desde a homologação do certame.

Até o momento, o TJMA já deu posse, em 13 de setembro de 2023, a nove juízes substitutos e cinco juízas substitutas de primeira entrância.

Em janeiro de 2024, outros seis juízes e cinco juízas substitutas de primeira entrância também foram empossados/as. No dia 6 de setembro de 2024, o Tribunal empossou 29 juízes e juízas aprovados/as para o provimento de vagas no cargo de Juiz Substituto e Juíza Substituta, fortalecendo o quadro da magistratura no Maranhão e contribuindo para a ampliação da prestação jurisdicional em todo o Estado.

AVISO DE PAUTA

A valorização dos profissionais da educação deu um passo significativo no cenário legislativo brasileiro. Um novo projeto de lei tramita no Senado Federal e propõe uma mudança importante na vida financeira de milhares de docentes: a isenção do Imposto de Renda (IR) para salários que podem alcançar R$ 10 mil. Esta iniciativa visa reconhecer a importância dos professores na formação da sociedade e corrigir distorções históricas na remuneração dessa classe.

Professor com salário de até R$ 10 mil pode ficar isento de Imposto de Renda. Entenda o projeto de lei que está tramitando no Senado!

O objetivo do projeto é modificar a legislação tributária atual, criando uma faixa de isenção exclusiva para profissionais do magistério. Essa medida, que difere da tabela geral, tem um foco claro no setor educacional, buscando atrair novos talentos para a profissão e garantir que o salário real dos professores não seja severamente impactado pelas deduções na fonte.

Impacto na Remuneração e Benefícios

Embora não se trate de um concurso com vagas abertas, a eficácia dessa medida será diretamente sentida no bolso de quem já atua ou pretende ingressar na área.

  • Teto de Isenção: Rendimentos mensais de até R$ 10.000,00.

  • Requisito Principal: Estar em exercício efetivo da docência em instituições de ensino.

  • Vantagem: Aumento imediato do salário líquido, o que permitirá um maior investimento em formação continuada e na qualidade de vida.

Quem poderá ser beneficiado?

Conforme as diretrizes do projeto, a medida se destina a professores da educação básica e superior, abrangendo tanto a rede pública quanto a privada. O intuito é assegurar que o benefício chegue àqueles que estão diretamente envolvidos no ensino, independentemente da esfera administrativa das instituições.

Prazo de Tramitação e Acompanhamento

O projeto segue o processo das comissões temáticas no Senado. Para acompanhar cada etapa da votação e as possíveis emendas, os interessados devem acessar o portal oficial de consultas do legislativo. É crucial que a categoria permaneça informada para pressionar por uma rápida aprovação.

A seleção dos beneficiários será automática, caso o projeto se torne lei. O critério para isso será a comprovação do vínculo empregatício como docente e o alinhamento com a faixa salarial definida. Não será necessário realizar provas ou concursos adicionais para assegurar o direito à isenção tributária.

Conclusão A aprovação desta medida representa um marco significativo na Educação Brasileira. Ao isentar o salário do professor, o Estado brasileiro demonstra que o magistério é uma prioridade estratégica. Manter-se a par dessas alterações é essencial para o planejamento financeiro de todos os educadores.

São Luis: Em um episódio grave, que ocorreu no dia 26 de janeiro de 2026, durante evento realizado no Auditório da Secretaria de Atenção Primária, acendeu um alerta sobre possível exercício ilegal da medicina dentro da rede pública de saúde. Marcelo Soares Costa, mais conhecido como Dr. Marcelo Costa, que ocupa cargo de coordenação em serviço público do CAPS AD III, utilizou o espaço institucional para se apresentar publicamente como médico, sem que exista, até o momento, qualquer comprovação de registro ativo no Conselho Regional de Medicina (CRM).

O fato, longe de ser isolado, integra um histórico preocupante. Há anos, Marcelo Costa vem se identificando como médico em entrevistas, vídeos, eventos oficiais e ambientes institucionais, apesar da inexistência de documentação pública que comprove habilitação legal para exercer a profissão. Registros audiovisuais e declarações do próprio coordenador reforçam a repetição desse comportamento.

A situação ganha contornos ainda mais graves por ocorrer dentro da estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS), onde a confiança da população é pressuposto básico. O uso da posição de coordenação para sustentar uma identidade profissional não comprovada configura potencial engodo ao público e levanta suspeitas de conivência institucional ou, no mínimo, falhas graves de fiscalização.

Relatos apontam que dependências do CAPS AD III teriam sido utilizadas, em algumas ocasiões, como se fossem consultório médico, reforçando junto aos usuários a ideia de atendimento realizado por profissional legalmente habilitado. Caso confirmadas, essas práticas representam risco direto à saúde dos pacientes e possível violação frontal da legislação brasileira.

O perfil dos usuários atendidos agrava ainda mais a situação. O CAPS AD III atende majoritariamente pessoas em situação de vulnerabilidade social, muitas delas sem acesso a informações suficientes para questionar a formação ou credenciais dos profissionais que as atendem. Explorar esse contexto de fragilidade para sustentar uma falsa autoridade técnica é, no mínimo, eticamente inaceitável.

Especialistas consultados de forma reservada afirmam que se apresentar como médico sem registro no CRM pode caracterizar exercício ilegal da medicina, crime previsto em lei, além de infrações administrativas graves que podem resultar em responsabilização civil, penal e funcional.

Até o momento, nenhuma documentação foi apresentada publicamente que comprove a condição de médico atribuída por Marcelo Costa a si próprio. O silêncio das autoridades diante de denúncias recorrentes apenas amplia a desconfiança e reforça a urgência de abertura de investigação formal.

O caso expõe uma ferida aberta na gestão da saúde pública e exige respostas imediatas. A sociedade precisa saber quem fiscaliza, quem autoriza e quem se responsabiliza quando um servidor se apresenta como médico sem prova alguma de que o seja. A omissão, neste cenário, também é uma forma de conivência.

Na manhã desta quinta-feira (5), trabalhadores rurais descobriram um material explosivo em uma mala coberta por lona, localizada a cerca de dez metros da rodovia MA-014 e a aproximadamente cinco quilômetros do centro de Vitória do Mearim. De acordo com informações policiais, a vegetação ao redor do local denuncia que os explosivos estavam abandonados ali há algum tempo.

Ante a situação potencialmente perigosa, a área foi prontamente isolada e uma operação de segurança foi acionada. Além das 78 bananas de dinamite, uma granada também foi encontrada na mala, aumentando as suspeitas de que o material seja de origem ilegal.

Segundo as autoridades, esse tipo de explosivo é tipicamente utilizado em mineração, mas frequentemente é desviado por gangues envolvidas em assaltos a bancos e caixas eletrônicos. Os explosivos foram transferidos com segurança para o Instituto de Criminalística (Icrim) em São Luís e a Polícia Civil está investigando a origem do material e os responsáveis pelo seu abandono.

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O fenômeno da desertificação no Brasil parece ser ainda mais grave do que os dados oficiais indicam. Um estudo de doutorado realizado no Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) revelou que a combinação de mudanças climáticas e o uso intensivo do solo estão ampliando as áreas de risco no Nordeste do país.

Conduzido pela pesquisadora Mariana de Oliveira, o estudo faz parte de um projeto que investiga como as variações climáticas e a ação humana afetam solos, vegetação e recursos hídricos. Uma metodologia específica foi desenvolvida para estimar o risco de desertificação nas condições brasileiras.

Para a criação desse modelo, Oliveira utilizou o método de regressão logística, combinando informações empíricas, mapas temáticos e imagens de satélite. A análise considerou cinco variáveis críticas no avanço da desertificação: temperatura da superfície terrestre, manejo do solo, cobertura vegetal, média de precipitação e densidade populacional.

Com o cruzamento destas informações, o estudo identificou a probabilidade de ocorrência do fenômeno em diferentes regiões do Brasil.

Uma pesquisa anterior já havia apontado que, até 2100, quase 57% do Nordeste pode se tornar árido, enquanto 42,4% seria semiárido, totalizando 99% da região sob risco de desertificação (Crédito: Edilaine Barros/Shutterstock)

Desertificação avança no Nordeste

Entre os principais achados, o estudo identificou uma nova mancha de desertificação em uma área que ainda não havia sido oficialmente mapeada no Ceará, além de outras zonas no estado que apresentam alto risco de degradação ambiental.

Os resultados da pesquisa indicam que o fenômeno tende a se expandir para além das áreas que historicamente foram afetadas, influenciado tanto por mudanças climáticas quanto por práticas inadequadas de uso do solo.

Flávio Rodrigues do Nascimento, coordenador do Departamento de Combate à Desertificação do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, considera que a nova metodologia é um avanço significativo. Ele afirma que o modelo facilita o monitoramento de áreas degradadas e possibilita um diagnóstico mais preciso das regiões mais vulneráveis, o que contribuirá para políticas públicas de prevenção e mitigação.

A desertificação também é um problema global. O Olhar Digital já reportou que esse fenômeno ocorre em várias partes do mundo, com a ONU relatando que 75% das terras em todo o mundo se tornaram mais secas nas últimas décadas. Para mais informações, saiba mais aqui.

Para assegurar a continuidade e qualidade no fornecimento de energia durante o Carnaval, a Equatorial Maranhão está pondo em prática um Plano Operacional que será intensificado até o dia 18 de fevereiro. Esta estratégia foi elaborada para oferecer suporte às festividades, serviços essenciais e à rotina da população durante um dos feriados mais aguardados do ano.

A operação envolverá cerca de 1.500 profissionais, entre engenheiros, técnicos, eletricistas e operadores, que estarão em regime de plantão, prontos para responder a eventuais ocorrências com agilidade, eficiência e segurança. Assim, o atendimento à população será rápido e de qualidade.

Além de reforçar as equipes técnicas, a distribuidora contará com uma estrutura operacional ampliada. Isso inclui uma subestação móvel e caminhões de Linha Viva, permitindo a realização de manutenções sem a necessidade de interromper o fornecimento de energia. Os sistemas integrados facilitarão a comunicação entre as equipes em campo e o Centro de Operações Integradas (COI), otimizando a resposta às demandas da população.

Medidas de prevenção e monitoramento técnico

Antes do Carnaval, a empresa já intensificou ações de manutenção em locais estratégicos, especialmente nas áreas com maior aglomeração de eventos. As medidas adotadas incluem inspeções na rede elétrica, limpeza de equipamentos, substituição de componentes e poda preventiva de árvores que estejam próximas às linhas de energia.

As equipes estarão distribuídas nos circuitos principais da folia, definidos em conjunto com as prefeituras e órgãos estaduais, para acompanhar em tempo real o desempenho do sistema elétrico.

Conforme explica Ivan Bazzan, gerente de Operações da Equatorial Maranhão, essa iniciativa tem como objetivo proporcionar tranquilidade à população. “Estamos empenhados em garantir que a energia não se torne uma preocupação durante os festejos”.

Nos últimos dias, o blog tem recebido uma série de reclamações de estudantes do 3º ano de diversas escolas de Viana. Eles relatam que os gestores estão cadastrando novos alunos do 1º ano, enquanto os tablets destinados aos estudantes de 2025 estão sendo distribuídos de forma inadequada. É fundamental que esses dispositivos sejam entregues àqueles que realmente precisam, e não a alunos que apenas começarão sua jornada escolar em 2026.

Diante dessa situação, surgem perguntas pertinentes: de onde partiu essa decisão? Quem deu a autorização para essa ação? O governo considerará repor os tablets para os alunos que se formaram em 2025?

É importante que todos reflitam sobre a quem realmente interessa essa manobra.

Os estudantes de 2025, independentemente de estarem no 1º, 2º ou 3º ano, merecem receber os tablets que estavam previstos para eles. Essa é a decisão mais sensata!

O que você pensa sobre essa situação? Quais são suas opiniões?

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URE VIANA

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A URE Viana, esclarece que todos os estudantes do ano de 2025 irão receber seus tablets, independente de já terem concluído o ensino médio na rede estadual do Maranhão. Todos os alunos de 2025 foram cadastrados e identificados no sistema. Então, não procede a informação divulgada nas redes sociais e neste veículo de imprensa. Todos os estudantes devem aguardar o calendário de entregas que serão divulgados assim que forem autorizados. Seguimos contribuindo com a educação tecnológica implantada em nosso estado.

Assessoria URE Viana

Reunião com o senador Weverton Rocha
A direção do Sinproesemma recebeu na manhã do dia 3 de fevereiro, o senador Weverton Rocha (PDT-MA) na sede do Sindicato.

Na ocasião, o presidente do Sinproesemma, Raimundo Oliveira, deu as boas-vindas ao senador e apresentou pautas relevantes no âmbito da educação, como a Campanha Salarial 2026 dos trabalhadores em educação do Maranhão. Ele também falou sobre a importância da aprovação do PL 2531/21, que aborda o Piso Salarial Nacional dos Funcionários de Escola, além de outros tópicos nacionais que são cruciais em um ano decisivo para o futuro do Brasil.

Pautas da educaçãoDurante a reunião, a direção do Sinproesemma destacou a necessidade de valorizar os trabalhadores da educação. Isso inclui garantir o reajuste da Portaria, compensar as perdas salariais passadas, ajustar a tabela salarial que foi achatada em 2020, reenquadrar funcionários de escolas que atualmente recebem abaixo do salário mínimo, e estabelecer um aumento claro no auxílio-alimentação, entre os 17 pontos abordados na pauta deste ano.

Os diretores do Sinproesemma reforçaram a importância do apoio político e institucional do senador para a defesa dessas pautas tanto no Maranhão quanto no Senado Federal.

O senador Weverton se colocou à disposição para apoiar os educadores maranhenses e comentou sobre o trâmite do PL 2531/21, que deve ser discutido no Senado Federal após o Carnaval.

“O PL 2531 valoriza todos os profissionais da educação, incluindo vigias, administrativos e merendeiras. Prevê que o pagamento seja feito de acordo com 75% do piso salarial do magistério. Essa aprovação trará dignidade e valorização a esses trabalhadores. O projeto já foi aprovado na Câmara dos Deputados e estamos apenas finalizando alguns trâmites burocráticos. Assim que o Carnaval terminar, ele chegará ao Senado e a responsabilidade será nossa. Vamos à luta”, afirmou o senador.

Importância da valorizaçãoO presidente do Sinproesemma, Raimundo Oliveira, considerou o encontro altamente produtivo, sublinhando a importância do diálogo entre o sindicato e os representantes do Maranhão no Senado Federal.

“Acreditamos que esse espaço de diálogo com o senador Weverton Rocha é fundamental. Levamos nossas preocupações e reivindicações, especialmente no que se refere à campanha salarial 2026 e aos projetos em tramitação no Congresso que podem impactar diretamente a vida dos trabalhadores em educação. Continuaremos firmes na luta pelos direitos da nossa categoria e esperamos contar com o comprometimento do senador nessa jornada”, finalizou Raimundo Oliveira.

Um Projeto de Lei que visa a diminuição da jornada de trabalho para um máximo de 30 horas semanais está atualmente sob análise na Câmara dos Deputados. Essa proposta abrange todas as etapas e modalidades da educação básica, incluindo profissionais que trabalham de forma temporária ou terceirizada.

A deputada Professora Luciene Cavalcante (Psol-SP) é a responsável pela iniciativa, que propõe alterações na Lei do Piso Salarial, que atualmente define uma carga horária máxima de 40 horas por semana. O texto assegura que essa redução não acarretará em perda de remuneração ou em direitos já garantidos por regulamentação. A nova carga horária se aplicará a professores e também a aqueles que atuam em funções de suporte pedagógico, como direção, administração, planejamento e supervisão educacional.

Saúde e valorização do professor
A autora do projeto defende que a carga horária elevada é um dos principais fatores que afetam a saúde física e mental dos docentes, destacando o aumento de transtornos relacionados ao excesso de trabalho.

Ela enfatiza que “a proposta tem como objetivo valorizar a função docente, tornando a carreira mais atrativa e, acima de tudo, promovendo melhorias na qualidade do ensino público proporcionado no Brasil”.

Desafios da profissão
O projeto também revela dados preocupantes sobre a condição dos educadores no Brasil. De acordo com a professora Luciene, as taxas de desistência em cursos de licenciatura podem chegar a 58%. Além disso, pesquisas apontam que, se essa tendência se mantiver, o Brasil poderá enfrentar uma falta de 235 mil professores até o ano de 2040.

A proposta agora seguirá para análise nas comissões adequadas da Câmara. Para que se torne uma lei, precisará receber a aprovação tanto da Câmara dos Deputados quanto do Senado.

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