O Ministério da Educação (MEC) anunciou o novo valor do Piso Nacional do Magistério para o ano de 2026. Esta ação está alinhada com a Lei nº 11.738/2008, que prevê a atualização anual do salário-base dos profissionais da educação básica. O objetivo do reajuste é valorizar a categoria e assegurar um padrão mínimo de remuneração em todo o Brasil, devendo ser implementado por estados e municípios a partir de janeiro.

MEC oficializa Reajuste do Piso Salarial dos Professores para R$ 5,1 mil

O documento oficial estabelece que o novo piso salarial será de R$ 5.130,63. Este valor representa o vencimento inicial para os docentes da educação básica pública. O cálculo para o reajuste é baseado no crescimento do Valor Aluno Ano do Ensino Fundamental Urbano (VAAF) dentro do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Essa atualização é automática e obrigatória para todos os entes federativos.

Requisitos e Remuneração

O valor de R$ 5.130,63 se refere a uma carga horária de 40 horas semanais. Para aqueles que desempenham atividades em jornadas menores, o pagamento será proporcional ao tempo trabalhado.

Para serem elegíveis para o piso, os profissionais devem atender aos seguintes critérios:

  • Atuar na rede pública de ensino (municipal, estadual ou federal);
  • Desempenhar funções de docência ou apoiar a docência (direção, administração, planejamento, inspeção, supervisão, orientação e coordenação);
  • Possuir formação em nível médio (modalidade Normal) ou superior.

Público-Alvo e Aplicação

A atualização salarial destina-se exclusivamente aos profissionais do magistério público da educação básica que estão em efetivo exercício. Inclui tanto professores estatutários quanto temporários contratados pela administração pública direta. Embora o reajuste não seja obrigatório para a rede privada de ensino, ele poderá servir como uma referência para negociações coletivas na categoria no setor privado.

Vigência e Consulta Oficial

O novo piso salarial passará a vigorar a partir de 1º de janeiro de 2026. A responsabilidade de adequar as folhas de pagamento e os planos de carreira cabe aos gestores públicos locais (Prefeituras e Governos Estaduais). Diferente de concursos públicos, não há prazo para a inscrição com relação a esse reajuste, pois trata-se de um direito já garantido à categoria.

Para consultar a portaria na íntegra e obter mais detalhes técnicos, acesse o documento oficial no portal do governo: 👉 Acesse a Portaria Oficial do MEC

A implementação do Piso Nacional do Magistério não requer processo seletivo ou classificação. A “seleção” dos beneficiários é feita automaticamente com base na relação de emprego ativa na rede pública. Sindicatos e órgãos de controle, como os Tribunais de Contas, atuam na fiscalização para garantir que o valor de R$ 5.130,63 seja realmente pago como vencimento básico, de acordo com a interpretação do Supremo Tribunal Federal (STF).

CONVOCAÇÃO

Alô, pescadores e pescadoras de todo o estado do Maranhão…. 2015 SE REPETE !

Vem aí um grande movimento popular em defesa dos direitos dos pescadores artesanais, do defeso, do meio ambiente!

As colônias, sindicatos e associações convocam todos os pescadores e pescadoras para o fechamento por tempo indeterminado da BR-135, próximo à rotatória de Bacabeira, e da BR-316, próximo à ponte do Rio Pindaré, no dia 09 de fevereiro, com início às 07h da manhã.

Este movimento é um ato de protesto e resistência em defesa dos direitos da nossa categoria.

A mobilização de todos é fundamental para pressionar o governo, garantir que nossas reivindicações sejam ouvidas e atendidas, e reforçar o engajamento coletivo, a união em ano eleitoral.

Seguiremos firmes na luta pela valorização da classe trabalhadora e exigimos uma resposta concreta e imediata por parte do GOVERNO FEDERAL..

NENHUM DIREITO A MENOS !

A luta dos pescadores é pelo respeito, pela vida e pelo meio ambiente saudável e equilibrado!

O Vianense Notícias!

O Sinproesemma está ativo na mobilização pela Campanha Salarial 2026, representando os profissionais da educação básica em Maranhão. No dia 27 de janeiro, a entidade protocolou um ofício na Secretaria de Estado da Educação (SEDUC), requisitando uma audiência com a secretária Jandira Dias.

O objetivo principal do Sinproesemma é garantir que a reunião aconteça com a maior brevidade possível. Um comprovante de tramitação, registrado às 16h37 do dia 27 de janeiro, informa que o ofício foi enviado diretamente ao GABINETE/SEDUC, onde está à espera da secretária.

“Não aceitaremos procrastinação”, declarou Raimundo Oliveira, presidente do Sinproesemma.

Com a confirmação de que a solicitação já se encontra na mesa da secretária, o presidente destaca que o pedido de audiência vai além de uma formalidade; trata-se de um clamor dos educadores por seus direitos, incluindo a reivindicação do novo reajuste do piso salarial.

“O protocolo foi efetuado e o processo já se encontra no Gabinete. Não toleraremos a prática antiga de empurrar com a barriga ou o silêncio administrativo enquanto os prazos se esgotam. Estabelecemos o dia 6 de fevereiro como prazo final para essa primeira audiência, uma vez que a Campanha Salarial é urgente. A nova Lei do Piso foi aprovada, com um índice de 5,4% já definido, e os passivos se acumulam. O governo deve dialogar com os representantes dos trabalhadores da educação no Maranhão; não pode vencer pelo esgotamento ou pela burocracia. Exigimos data, hora e propostas para discussão,” enfatizou Oliveira.

Medida Provisória

A audiência solicitada pretende desbloquear os 17 pontos da Campanha Salarial 2026. O Sinproesemma planeja abordar a aplicação da Medida Provisória nº 1.334/2026, que garante a recomposição salarial com pagamento retroativo a janeiro.

O presidente também salientou que a MP já está em vigor e deve ser implementada. Apesar de ser uma conquista, é crucial que exista uma Lei que assegure o piso salarial dos professores.

“O reajuste oferecido pelo governo federal corrige uma distorção do cálculo estabelecido por Lei, mas o Sinproesemma deixa claro que precisamos lutar por uma Lei que efetivamente garanta um reajuste digno para os trabalhadores da educação em nosso país e o piso nacional salarial”, destacou Oliveira.

Pautas Urgentes

Além do reajuste, a audiência com a secretária Jandira Dias será vital para discutir a regularização das progressões, a execução de concursos públicos e o pagamento dos retroativos pendentes de 2022 e 2023. Esses são pontos essenciais para a valorização dos profissionais do magistério e dos funcionários da escola.

O Sinproesemma continuará a monitorar o andamento do processo nº 2026.110220.03648 e aguarda a convocação oficial da SEDUC para a reunião.

A partir da próxima sexta-feira, dia 30, o Inep, que é o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, irá oferecer a cerca de cem mil estudantes que participaram do Enem a possibilidade de solicitar a declaração de conclusão do Ensino Médio.

Para conseguir esse documento, o candidato deve ser maior de 18 anos e ter atingido as pontuações mínimas estabelecidas no edital, de acordo com o que afirma Manuel Palacios, presidente do Inep. Os interessados precisam obter pelo menos 450 pontos em cada área do conhecimento e, no mínimo, 500 pontos na redação do Enem de 2025.

Essa declaração vai permitir que os alunos façam a pré-matrícula em instituições de educação superior, sendo que o pedido deve ser realizado de forma online, através do portal do Inep.

Segundo Manuel Palacios, essa medida busca resolver a preocupação dos candidatos que temiam não conseguir a matrícula por não possuírem ainda o diploma físico ou digital.

Ademais, a certificação digital que comprovam a conclusão do ensino médio estará disponível a partir de 2 de março, conforme detalha o presidente do Inep. Esta novidade facilitará muito a entrega do certificado, pois os participantes não precisarão mais se deslocar até a sede da instituição, além de garantir o acesso à educação superior no mesmo ano da certificação.

Na última terça-feira (27), o deputado federal e ex-ministro Juscelino Filho (União Brasil/MA) participou da entrega de três importantes iniciativas voltadas para a melhoria da conectividade e da infraestrutura de telecomunicações no Maranhão. Este evento, que contou com a presença do ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, e do governador Carlos Brandão, simboliza um dia crucial na história do estado.

“Esta agenda representa um marco econômico, social e tecnológico. Por meio do Novo PAC do governo do presidente Lula, em colaboração com o governo do estado, conseguimos viabilizar mais de R$ 300 milhões em investimentos que transformarão a infraestrutura digital. A assinatura do contrato da Infovia Maranhão, a entrega da conectividade da Rota das Emoções e o anúncio da instalação de mais de 130 torres de telefonia em áreas rurais destacam nosso esforço para garantir acesso a serviços essenciais para os maranhenses”, enfatizou Juscelino.

Na cerimônia, o ministro Frederico Siqueira Filho, o governador Carlos Brandão e o presidente da Telebras, Hermano Albuquerque, formalizaram o contrato para a construção da Infovia Maranhão. Este projeto visa estabelecer redes metropolitanas e trechos de fibra ótica em todo o estado. Anunciado em 2024 durante a gestão de Juscelino como ministro, o projeto teve seu primeiro passo dado em setembro do mesmo ano, com o lançamento do cabo submarino entre São Luís e Alcântara, que inicialmente atenderá o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA).

Conforme o contrato, a Telebras ficará encarregada da implantação e operação da nova infraestrutura de telecomunicações, com um investimento de R$ 113,6 milhões, beneficiando diretamente 20 municípios. Outro trecho da Infovia estará sob a responsabilidade da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). No total, o projeto incluirá cerca de 6.000 quilômetros de cabos de fibra ótica, alcançando aproximadamente 5 milhões de cidadãos em 46 cidades.

Inovação na conectividade rodoviária – A agenda também marcou o início oficial da conectividade na Rota das Emoções, no trecho entre São Luís e Tutóia, por meio do programa Rodovia Conectada. A operadora Claro investiu mais de R$ 20 milhões na instalação de torres de telefonia e internet ao longo de toda essa rota. Com isso, o Maranhão se torna o primeiro estado do Brasil a implementar o programa em uma estrada pública federal, fortalecendo áreas como turismo, segurança, mobilidade e oferta de serviços.

Além disso, foi anunciado que 135 antenas de telefonia móvel serão instaladas em comunidades e povoados de 68 municípios, levando sinal a áreas que atualmente enfrentam desafios de comunicação.

Frederico Siqueira Filho elogiou o legado deixado por Juscelino Filho à frente do Ministério das Comunicações, destacando: “Ele contribuiu com avanços significativos na inclusão digital e na expansão das telecomunicações em nosso país. Hoje, essa parceria com o governo estadual estabelece investimentos consistentes que beneficiarão milhões de maranhenses, principalmente nas áreas mais isoladas, eliminando o apagão tecnológico”, ressaltou o ministro, mencionando ainda o compromisso do governo Lula em conectar todas as escolas públicas até 2026.

Em um momento de forte emoção, o governador Carlos Brandão celebrou os investimentos. “Hoje, o Maranhão recebe mais de R$ 300 milhões em conectividade. O presidente Lula tem se mostrado um grande aliado de nosso estado, com mais de R$ 90 bilhões destinados ao Maranhão através do Novo PAC. Juscelino Filho desempenhou um papel essencial no Ministério das Comunicações, sempre com atenção especial para nosso estado. Em nome do povo maranhense, agradeço por contribuir para a transformação do Maranhão”, concluiu, informando ainda sobre um adicional de R$ 40 milhões do governo estadual para expandir a Infovia Maranhão a todos os municípios.

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  • Um alerta global: cerca de 20% dos adultos em nações desenvolvidas enfrentam dificuldades com habilidades básicas de leitura e matemática, mostrando desempenho inferior ao de estudantes do ensino fundamental. A OCDE aponta que esse declínio intelectual é agravado pelo uso excessivo de tecnologias digitais, impactando tanto a renda quanto a capacidade de discernir informações.

Surge uma questão pertinente: qual o impacto das novas tecnologias recheadas de inteligência artificial e algoritmos na educação de crianças e adultos? Outra dúvida mais desconfortável é: os adultos são necessariamente mais capacitados para enfrentar desafios intelectuais do que os adolescentes? A resposta pode ser mais complexa do que se imagina. Um estudo recente da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostrou que aproximadamente 20% das pessoas entre 16 e 65 anos têm um desempenho em leitura e matemática semelhante ou pior do que o esperado de um aluno que terminou o ensino fundamental. Nos últimos dez anos, a capacidade intelectual de pais e mães tem se mostrado em declínio constante, o que é alarmante, especialmente considerando que a pesquisa abrange 160.000 indivíduos em 31 países desenvolvidos, que ocupam o topo da pirâmide social.

O Survey of Adult Skills, nome dado a essa pesquisa, é realizado a cada dez anos para medir as competências dos adultos. Seu principal objetivo é verificar se os cidadãos têm as habilidades necessárias para manter um emprego e prosperar na vida diária. Os testes avaliam a habilidade de uma pessoa de ler e compreender informações simples, como bulas de medicamentos ou rótulos nutricionais de alimentos. Eles também medem a capacidade de realizar operações bancárias básicas que envolvem adição e subtração. Assim, não se trata de questões complexas, mas sim de competências fundamentais — e os resultados são preocupantes. A pesquisa da OCDE demonstrou que um melhor desempenho em leitura e matemática está associado a salários 75% maiores em comparação com aqueles que enfrentam dificuldades. Estudos paralelos também indicam que os indivíduos mais capacitados têm maior probabilidade de viver mais e desfrutar de melhor qualidade de vida.

Os resultados esperados incluem a boa performance de países como Finlândia, Holanda, Noruega, Japão e Inglaterra. Entretanto, as estatísticas dos Estados Unidos mostraram uma queda significativa, assim como as de Portugal, Itália, Polônia e Chile. Aproximadamente metade da população chilena encontra-se em um nível de desempenho tão baixo que se aproxima dos índices da parte inferior de 8% da população japonesa. Esses dados contestam a ideia adotada por muitos de que o crescimento econômico, medido pelo PIB, assegura a qualidade educacional. Na verdade, o impacto é muito mais significativo das escolhas políticas que os países fazem em relação a suas educações. “Os países têm a opção de desenvolver sistemas educacionais mais eficazes, e, se conseguir, isso será extremamente recompensador”, afirma Andreas Schleicher, diretor de educação e assessor especial em política educacional da OCDE.

DOIS E DOIS... - Dificuldades com cálculos: ruim até para operações bancárias
DOIS E DOIS… - Dificuldades com cálculos: ruim até para operações bancárias (Alfexe/Getty Images)

A mensagem, embora otimista, traz necessariamente uma advertência: bons resultados são consequência de decisões educacionais inteligentes, como as adotadas pela Finlândia e Japão, que focam no desenvolvimento a partir da educação formal e tentam limitar o acesso excessivo ao ambiente digital, que muitas vezes resulta em superficialidade. De acordo com Schleicher, um dos obstáculos para o progresso educacional é que muitos adultos deixaram de lado a leitura de textos mais longos, que desenvolvem o raciocínio, em favor de redes sociais, principalmente o TikTok. Essa é uma realidade triste, mas indiscutível: à medida que a civilização se aprofunda na digitalização, também retrocede em sua capacidade de absorver informações. Não se trata de um saudosismo em relação ao passado; é um chamado à ação — ainda há tempo para melhorar.

Então, o que dizer do Brasil, que não participou da coleta de dados da OCDE? Aqui, os sinais de alerta também se acumulam, extrapolando os limites do sistema educacional formal. O Inaf, que avalia o nível de alfabetismo funcional da população entre 15 e 64 anos, apresentou em 2024 uma queda de desempenho entre os jovens de 15 a 29 anos — precisamente a geração que cresceu rodeada de telas. Além disso, a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, realizada pelo Instituto Pró-Livro, revelou um dado alarmante: mais da metade dos brasileiros (53%) não leu nenhum livro nos três meses anteriores à pesquisa. Essa redução no hábito de leitura não é meramente cultural, mas afeta diretamente a capacidade de concentração, argumentação e raciocínio abstrato.

Para muitos especialistas, que analisam a questão além da mera perspectiva social, o que se observa é um esgotamento do modelo educacional tradicional, que não está adaptado às transformações tecnológicas e cognitivas da contemporaneidade. A presença de países desenvolvidos nas listas de baixo desempenho não é surpreendente. “Não se trata apenas de uma queda nas habilidades avaliadas ou da inadequação da educação formal, mas de um reflexo de fenômenos mais amplos, que estão entrelaçados com as crescentes complexidades do cotidiano”, explica Maria do Rosário Longo Mortatti, professora da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e presidente emérita da Associação Brasileira de Alfabetização. Essa é uma situação que exige atenção. Não existe pleno uso da tecnologia sem o domínio das habilidades básicas de leitura, matemática e ciências. Essas competências são essenciais para distinguir fatos de opiniões, dados de manipulações, e sustentam a capacidade de compreender contextos, interpretar informações e tomar decisões racionais em um mundo saturado de estímulos.

Quando essas bases falham, a tecnologia se transforma de uma ferramenta de emancipação em um amplificador de desinformação, superficialidade e dependência. Albert Einstein, que em sua época já percebia essa realidade, afirmou que, se a tecnologia sobrepujar a interação humana, “o mundo terá uma geração de idiotas”. À luz dos dados atuais, essa frase impactante soa mais como um aviso sério do que uma mera provocação.

Pessoas com ansiedade podem receber um benefício mensal e cita a Lei Orgânica da Assistência Social como base

salário mínimo
Imagem ilustrativa de maço de dinheiro. (Foto: Ilustração/Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

A legislação voltada para assistência social prevê um auxílio mensal que pode atingir o montante de até um salário mínimo para indivíduos que se enquadram em certas condições. Entre estas, destaca-se a ansiedade, desde que a situação atenda aos critérios legais estipulados na norma.

A base legal que fundamenta esse benefício é a Lei nº 8.742/1993, mais conhecida como Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS). Esta lei garante o direito ao recebimento de um pagamento mensal no âmbito das políticas de assistência social no Brasil.

Esse valor não é fixo em função de uma condição específica, mas varia conforme o salário mínimo vigente, o que explica as flutuações ao longo do tempo.

A base legal do direito: o que diz a LOAS

A Lei Orgânica da Assistência Social, promulgada em 7 de dezembro de 1993, constitui a norma que fundamenta esse benefício. Ela integra a política pública de assistência e determina quem pode ter acesso a esse apoio financeiro.

O texto ressalta a LOAS como um mecanismo legal que assegura proteção social a pessoas em circunstâncias específicas, segundo os critérios estabelecidos pela própria legislação. É dentro desse contexto que a ansiedade é mencionada como uma condição elegível para o benefício.

A legislação não fixa valores diferenciados para diferentes diagnósticos, mas estabelece o direito ao benefício assistencial, que é baseando-se em avaliações e critérios normativos.

A ansiedade é, portanto, a condição citada em conexão com o referido benefício assistencial. A articulação é simples: quando a situação se enquadra nos requisitos da assistência social, a garantia do pagamento pode ser assegurada.

Os requisitos para que um indivíduo se qualifique para a LOAS, além de ter uma condição prevista pela lei, incluem ser de baixa renda. Dessa forma, os principais documentos que devem ser apresentados são o laudo médico diagnosticando a ansiedade e o comprovante de renda.

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  • Dois governadores estão se destacando como exceções entre os 12 que estão prestes a deixar seus cargos e que poderiam concorrer ao Senado: Carlos Brandão (MA) e Marcos Rocha (RO). Apesar de estarem à frente nas pesquisas, ambos estão relutantes em colocar seus nomes nas urnas para as eleições de 2022, preocupados com a possibilidade de “traição” por parte de seus vices, que poderiam assumir o controle dos Estados.

Dos 18 governadores que estão em final de mandato, doze têm a opção de lutar por uma cadeira no Senado durante as eleições de outubro deste ano, que envolverá a disputa de 54 das 81 vagas. Entretanto, Carlos Brandão (sem partido), do Maranhão, e Marcos Rocha (União), de Rondônia, se destacam como as principais exceções. Ambos têm resistido à ideia de entregar suas posições e a estrutura administrativa a seus vices, temendo uma eventual traição.

Embora Brandão lidere as pesquisas de intenção de voto no Maranhão, ele está determinado a concluir seu mandato, que se encerra em dezembro. Caso decidisse concorrer, seria necessário que ele se afastasse até abril. No entanto, ele se recusa a passar seu posto para Felipe Camarão (PT), seu vice, que se transformou em um adversário.

Se optar por permanecer, Brandão abrirá caminho para que Camarão tenha a chance de minutos para se candidatar ao Senado. “Vou até o fim porque não entregarei o cargo a alguém que se aliou aos meus adversários”, afirmou o governador.

Uma situação similar se desenrola em Rondônia, onde o governador Marcos Rocha também está considerando desistir de sua candidatura ao Senado, apesar de ser apontado como favorito nos índices de intenção de voto. Em junho do ano passado, Rocha ficou preso em um aeroporto de Tel-Aviv, Israel, devido a um conflito, e permaneceu retido por quase uma semana.

Durante sua ausência, seu vice, Sérgio Gonçalves (União), aproveitou a oportunidade para entrar com uma ação judicial pedindo a suspensão de uma lei local que possibilitava a Rocha continuar exercendo suas funções mesmo fora do Estado. Esse episódio culminou no rompimento entre os dois. “É muito difícil entregar o governo a alguém que me trai”, declarou Rocha em um comunicado. Contudo, o governador não descartou a possibilidade de voltar atrás em sua decisão.

Profissionais da educação que possuem um salário mensal de até R$ 10.000 podem ficar isentos do Imposto de Renda, conforme um projeto que está em tramitação no Senado. A proposta estabelece que a perda na arrecadação decorrente dessa isenção será compensada pelo imposto sobre apostas de quota fixa, popularmente conhecidas como bets.

O Projeto de Lei 5.143 de 2025, apresentado pelo senador Fabiano Contarato (PT-ES), altera a lei 7.713 de 1988, que regula as isenções e deduções do Imposto de Renda, beneficiando professores da educação básica e do ensino superior, desde que os rendimentos sejam oriundos exclusivamente da atividade docente.

De acordo com Contarato, a isenção de IR para os educadores terá um impacto fiscal reduzido, mas ele propõe que a arrecadação proveniente do imposto sobre as bets esteja vinculada à medida para assegurar a estabilidade fiscal.

O senador afirma que, apesar dos esforços para diminuir a defasagem salarial dos professores, os educadores brasileiros ainda recebem menos que profissionais de outras áreas que possuem a mesma qualificação. Essa situação, segundo Contarato, compromete a implementação do Plano Nacional de Educação (Lei 13.005 de 2014), que previa a equiparação salarial até o ano de 2024 e torna a carreira docente menos atrativa.

“O objetivo da medida é valorizar a carreira docente e estimular a permanência de profissionais capacitados tanto na educação infantil quanto no ensino fundamental e no ensino superior, que são fundamentais para a formação técnica e científica dos futuros profissionais do país”, ressalta o senador.

Atualmente, o projeto ainda não teve um relator designado e passará por comissões temáticas do Senado antes de ser votado no plenário. Caso seja aprovado, o texto será enviado para a Câmara dos Deputados.

A proposta não altera as faixas gerais do Imposto de Renda e limita o benefício a rendimentos exclusivamente provenientes da atividade docente.

Governador Brandão inaugurou a Praça do Sol nesta sexta (Foto: Divulgação)

A Praça do Sol, situada na Ponta d’Areia, em São Luís, foi oficialmente entregue à população nesta sexta-feira (23), após um extenso processo de revitalização que contou com o apoio do Governo do Maranhão. Este espaço, conhecido ao longo da orla da cidade, recebeu uma nova estrutura, criando melhores condições para lazer, convivência social e turismo.

Na cerimônia de inauguração, o governador Carlos Brandão ressaltou a atenção dedicada à obra e o grande potencial do local para se tornar um novo cartão-postal da cidade.

“Estou certo de que a Praça do Sol será um convite para que muitas pessoas venham aqui apreciar uma água de coco e desfrutar desta linda vista. Um verdadeiro cartão-postal que foi feito com muito cuidado. Tudo aqui foi feito com materiais de primeira qualidade. Não medimos esforços para entregar um trabalho de qualidade ao povo”, afirmou Brandão.

A reforma foi implementada pela Secretaria de Estado da Infraestrutura (Sinfra) e abrangeu aproximadamente 25 mil metros quadrados. Além da atualização estética, a praça recebeu melhorias estruturais significativas, incluindo a substituição completa de pisos e a modernização das redes elétrica, hidráulica e sanitária.

O secretário de Infraestrutura, Aparício Bandeira, enfatizou que essa intervenção transforma a paisagem urbana da região.

“Antes de a Praça do Sol ser revitalizada, a Ponta d’Areia era uma; depois, é outra. Estamos entregando um espaço moderno e bem estruturado com 25 mil metros quadrados, é uma satisfação imensa entregar essa importante obra na orla de São Luís”, disse Bandeira.

Espaço para convivência e lazer

Planejada para ser um local de encontro durante toda a semana, a nova Praça do Sol disponibiliza várias opções de lazer, esportes e gastronomia. A famosa escultura da sereia, esculpida em zirconita pelo artista Eduardo Sereno, foi reinstalada e já atraiu muitos visitantes no dia da abertura.

A nova estrutura abriga uma praça de alimentação composta por 36 restaurantes e 11 barracas de água de coco, além de uma academia ao ar livre, um playground para as crianças e um espaço específico para animais de estimação.

O projeto também priorizou a acessibilidade, com a implementação de rampas de acesso à praia, pisos adequados e a eliminação de obstáculos que dificultavam a locomoção para pessoas com mobilidade reduzida. Novos guarda-corpos foram instalados e o estacionamento foi reestruturado.

Para garantir a segurança dos frequentadores, um posto policial foi estabelecido na área. Leidiana Dias, secretária do Instituto Amor Incondicional, destacou que a reforma tornou o local efetivamente acessível.

“Antigamente, era impossível chegar aqui, pois havia muitas pedras e era complicado andar de cadeira de rodas. Agora, a acessibilidade é excelente. O projeto foi pensado para atender pessoas com deficiência”, observou.

Juliete Pinheiro, uma moradora da região há mais de 60 anos, elogiou a transformação do espaço.

“A Praça do Sol era feia, mas agora está deslumbrante! É possível caminhar à noite, fazer exercícios e aproveitar melhor o local. As melhorias são nota 10”, disse ela.

Valorização cultural e homenagem

A entrega da nova praça também reforça o turismo maranhense. A secretária de Estado do Turismo, Socorro Araújo, afirmou que o espaço se une aos locais que celebram a identidade cultural da cidade.

“Os turistas buscam lugares bonitos que possuem significado e valor cultural. A Praça do Sol, sem dúvida, oferece tudo isso e é de suma importância para os maranhenses”, destacou.

Durante a solenidade, a placa inaugural foi descerrada, houve bênção na capela e a presença de autoridades estaduais, federais e municipais. O evento também contou com uma homenagem ao Padre João Mohana, um religioso maranhense que se destacou como padre, médico, psicólogo e escritor. Uma placa na praça agora conta a história de vida de Mohana, ressaltando seu legado intelectual, espiritual e social.

Com a revitalização, a Praça do Sol se transforma em um espaço democrático, integrando paisagem, memória, lazer e desenvolvimento urbano na orla de São Luís.

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