A Polícia Militar divulgou novas informações sobre a morte de uma mulher identificada como Adriana Ribeiro Pacheco, de 31 anos, que foi encontrada morta na manhã desta segunda-feira (31), no povoado Estrela, zona rural de Viana, na Baixada Maranhense. O caso é investigado como feminicídio e chocou a população da região.

Segundo informações do registro da ocorrência, a Polícia Militar foi acionada por volta das 7h30 para verificar uma denúncia de possível feminicídio na localidade. Ao chegar ao endereço, a equipe encontrou Adriana já sem vida, apresentando lesões na região do rosto. De acordo com os primeiros levantamentos realizados no local, a vítima estava parcialmente despida e havia indícios que poderiam apontar para uma possível violência sexual.
A informação, no entanto, ainda deverá ser confirmada ou descartada pelos procedimentos periciais e pela investigação da Polícia Civil. Familiares relataram aos policiais que o principal suspeito seria o companheiro da vítima, que, segundo as informações repassadas à equipe, residiria no bairro Vila Zizi, em Viana. Ainda conforme os relatos colhidos no local, Adriana e ele mantinham um relacionamento havia aproximadamente três meses.
Uma informação considerada relevante para a investigação foi apresentada por familiares: uma criança, filha da vítima, teria presenciado parte do ocorrido e relatado que o acusado teria matado a mãe utilizando um cabo de vassoura. A motivação do crime ainda não havia sido esclarecida no momento do registro da ocorrência. Familiares também não souberam informar aos policiais outras circunstâncias que pudessem explicar o que teria provocado o ataque.

Polícia Civil investiga o caso
Após a chegada da Polícia Militar, equipes da Polícia Civil e da Força Tática também estiveram no povoado Estrela e deram prosseguimento aos procedimentos e diligências. As autoridades deverão investigar a dinâmica do crime, a motivação e a eventual participação do suspeito. Até a atualização das informações, não havia confirmação sobre a localização ou prisão de Romário.
A identificação do suspeito nas informações preliminares não significa, por si só, confirmação de autoria, que deverá ser estabelecida no curso da investigação e mediante os procedimentos legais. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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