Principalmente nas redes sociais de Luís Fernando, onde a ausência da imagem de Carlos Brandão, Orleans Brandão e das ações do Governo do Estado em Ribamar é gritante. Nos palanques, a distância também chama atenção.
Neste domingo, Orleans fez uma mega carreata em São José de Ribamar, encerrada em Panaquatira, justamente onde Luís Fernando possui uma grande mansão à beira mar. E os dois? Não apareceram. Segundo informações de bastidores, estavam em reuniões fechadas.
A impressão entre aliados é de que Luís Fernando e Tiago já abandonaram o foco de 2026 para mirar 2028, tentando usar a estrutura política do Governo do Estado como escada para um projeto próprio.
E para piorar ainda mais a situação, ambos se alinharam descaradamente dando palanque ao cabo eleitoral placebo do adversário político do Palácio dos Leões e candidato a governo Eduardo Braide em Ribamar que é o vice Natércio Santos, figura descredibilizada e apagada da política local.
Só existe um problema: o projeto não decola.
Tiago, cria política de Luís Fernando, não consegue virar na opinião pública nem apresentar força suficiente nas pesquisas. Luís Fernando, por sua vez, tenta ressuscitar uma liderança que já não possui a mesma força eleitoral.
E agora querem que os grupos que se uniram em torno de Orleans carreguem essa conta?
Grupos que antes eram adversários hoje estão juntos pelo mesmo projeto. Ninguém deveria ser obrigado a carregar nas costas, politicastros pusilânimes fisiológicos, enquanto os próprios interessados parecem mais preocupados com 2028 do que com o projeto de 2026.
No fim, fica a pergunta que circula baixinho nos bastidores:
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