Distrito Federal confirma primeiro caso de mpox em cenário de vigilância contínua

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal confirmou o primeiro caso de mpox — doença anteriormente chamada de varíola dos macacos — na região. O registro ocorre em um momento de vigilância reforçada no país; segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil acumula 62 casos confirmados até agora, apesar de grande parte dos surtos estar controlada.

O paciente diagnosticado no Distrito Federal apresenta quadro clínico leve e não precisou de internação. Foi orientado a cumprir isolamento domiciliar e seguir as medidas recomendadas para impedir a transmissão. A mpox é transmitida principalmente pelo contato direto com lesões cutâneas ou fluidos corporais de pessoas infectadas.

Sintomas

Os sintomas mais frequentes incluem lesões na pele, febre, aumento de gânglios linfáticos e sensação de fraqueza, com duração média entre duas e quatro semanas. Não há terapia antiviral específica de amplo uso; o tratamento é direcionado ao alívio dos sintomas e ao suporte clínico. Na maioria dos casos, a evolução clínica ocorre sem complicações graves.

Para reduzir a circulação do vírus, recomenda-se evitar contato próximo com pessoas doentes e não compartilhar objetos pessoais que possam estar contaminados. Em situações de exposição inevitável, o uso de equipamentos de proteção individual, como luvas e máscaras, é indicado para profissionais de saúde e cuidadores.

Monitoramento e prevenção

O monitoramento dos casos é realizado por unidades de vigilância, como o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde do Distrito Federal (Cievs-DF), que atua em regime de plantão. A notificação rápida de casos suspeitos e confirmados é fundamental para detectar cadeias de transmissão e guiar as ações de saúde pública.

Embora ocorrências de mpox venham sendo registradas no Brasil desde 2022, o cenário atual é de controle na maior parte do território. Ainda assim, as autoridades reforçam a necessidade de medidas preventivas, sobretudo em períodos de aglomeração — como o Carnaval — quando o risco de disseminação aumenta.

Até o momento não foram registrados óbitos associados ao surto, apontando para uma resposta eficiente dos serviços de saúde e das estratégias de vigilância.

Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br


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